Ato de sustar cheques teria sido só jogo de cena em Meriti
Mesquita já comemora conquistas
“Dívidas não vão parar Paracambi”
Professores de Belford Roxo voltam ao trabalho dia 6
Quem está alimentando os doentes, prefeito?

Dez membros da Câmara embarcaram para João Pessoa com dinheiro do povo

Cada um dos dez vereadores de Nova Iguaçu que na semana passada embarcaram para João Pessoa a pretexto de participação em um seminário, recebeu R$ 7.800,00 para as despesas e até o final do expediente de ontem (24) nenhum deles havia prestado contas. A informação é de uma fonte ligada a direção da Casa, que confirmou ainda que outro grupo estaria com viagem marcada para destino diferente, também com R$ 7.800,00 por cabeça. A fonte - que não soube dizer se o novo grupo chegou a embarcar e qual seria objetivo da viagem, que coincide com o período de carnaval - disse ainda que os primeiros a retornarem da capital paraibana foram Carlos Alberto Chambarelli, o Carlão (PTB) e José Carlos Fonseca, o Dr. Cacau (PROS), alarmados pela repercussão do vazamento da viagem, noticiada pelo elizeupires.com no último dia 17. O Legislativo iguaçuano é presidido por Rogério Teixeira Júnior, o Juninho do Pneu (foto), que está no segundo mandato de vereador.

Servidores inativos e pensionistas não recebem proventos atrasados

O ano de 2016 foi o pior na vida dos servidores aposentados e os pensionistas da Prefeitura de São João de Meriti, quando chegaram a acumular até cinco meses de atraso nos salários. Em novembro, o mês mais crítico para eles, o que aliviou um pouco a situação foi a solidariedade dos funcionários em atividade, que se cotizaram e fizeram doações de alimentos. Dezembro foi também de muitas dificuldades e os inativos que tiveram ceia de natal foi por conta dos filhos. Mesmo assim o réveillon foi de renovação de esperanças, de aposta nas promessas de que o prefeito que assumiria naquele 1º de janeiro, mudaria toda a situação. Mero engano: João Ferreira Neto, o Dr. João (foto), ainda não voltou o seu olhar para os que dedicaram longos anos de suas vidas ao trabalho em favor do serviço público municipal, enxergando mais de perto fornecedores e prestadores de serviços com créditos a receber e que parecem ser mais convincentes que os pobres aposentados no ato de cobrar o que o município lhes deve.

Pagamento saiu também para os aposentados, mas professores reclamam que faltou dinheiro

Já conhecido como um prefeito que fala uma coisa e depois faz outra bem diferente, Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (foto) honrou nesta sexta-feira o compromisso firmado com os profissionais da rede municipal de ensino no último dia 16, em audiência de conciliação na 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça: o salário de novembro já está na conta dos servidores da área. Na parte da manhã foi creditado o pagamento dos aposentados e agora a tarde do pessoal em atividade, entretanto, em pouco mais de uma hora o elizeupires.com recebeu 427 mensagens com reclamações de que o pagamento foi feito, mas estaria faltando "uma quantia considerável".

Em novembro, trabalhadores fizeram o enterro simbólico do então prefeito, mas o protestou não gerou efeito

Instituição recebeu mais de R$ 200 milhões, mas saiu devendo

Os trabalhadores que prestaram serviços ao município de Mesquita através da Cooperativa de Profissionais de Serviços Gerais (Coopsege) durante a gestão do prefeito Gelsinho Guerreiro serão obrigados a recorrer à Justiça do Trabalho para receberem salários atrasados e verbas rescisórias. A instituição recebeu mais de R$ 200 milhões - cerca de R$ 70 milhões só no ano passado - e responde a ações trabalhistas em várias cidades onde atuou e ainda atua, foi a principal fornecedora de mão de obra temporária entre 2013 e 2016 e chegou a ser denunciada por irregularidades na contratação de pessoal e de ter “fantasmas” em sua folha de pagamento. Em maio do ano passado, foram encontrados em uma lista com 3.253 nomes enviada à Justiça 85 CPFs e 535 supostos contratados sem o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas da Receita Federal. A Coopsege é acusada de calote pelos trabalhadores.

Empresa de serviços gerais emprega 150 pessoas na rede de Saúde

Cobrando da Prefeitura de Rio das Ostras uma dívida R$ 4,7 milhões deixada pela gestão anterior, a empresa de serviços gerais Mississipi Empreendimentos recebeu parte de uma fatura de R$ 650 mil referente ao mês de janeiro, com o compromisso de pagar o salário do pessoal encarregado da limpeza nas unidades de saúde. “A empresa está desde julho de 2016 sem receber os pagamentos previstos, mas antes de efetuá-los, precisamos saber se todo o processo foi feito de forma correta e se as medições estão certas”, explica o procurador Renato Vasconcellos.