Magé tem representante no prêmio Professores do Brasil
Saúde de Nova Iguaçu não divulga contrato de terceirizada
Barra Mansa não pode mais obrigar alunos a rezar o Pai Nosso
Contas públicas de Magé não batem
Itaú obriga aposentados abrirem conta corrente

Decisão foi tomada hoje em uma das duas ações movidas pelo Ministério Público

Em decisão proferida na tarde desta quinta-feira (19), a juíza Denise de Araujo Capiberibe, da 5ª Vara Cívil de Duque de Caxias, determinou que o prefeito Washington Reis (foto) convoque os candidatos aprovados para o cargo de auxiliar administrativo no concurso público realizado pela gestão anterior. O certame terá a validade de dois anos expirada no próximo dia 29 e a magistrada quer que a convocação seja feita no prazo de cinco dias. O despacho foi dado no processo 0055561-48-2017.8.19.0021, mas há ainda a Ação Civil Pública 0061716-67.2017.8.19.0021, na qual o Ministério Público pede o mesmo em relação aos aprovados para a função de professor, com a liminar podendo ser concedida a qualquer momento.

Projeto de incentivo à leitura de unidade de Mauá é o destaque

Colocada entre as três finalistas da etapa estadual da premiação, a Escola Municipal Comandante Amaral Peixoto, localizada em Mauá, é a representante de Magé no prêmio Professores do Brasil, promovido pelo Ministério da Educação. A unidade de ensino venceu com projeto 'Identidade em Ação', desenvolvido pela professora Regina Celi Sekula, voltado para os alunos do 5° ano. A proposta tem como objetivo despertar o gosto pela leitura através do conhecimento do patrimônio histórico e turístico do município, com destaque para a localidade de Guia de Pacobaíba, berço da escola selecionada e da primeira ferrovia do Brasil - que foi construída pelo empreendedor Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá -, inaugurada em 1854.

Foram encontrados remédios e produtos vencidos, que não estavam separados em locais de descarte

Choque de ordem da Vigilância Sanitária vai passar por todo o município

Com multas que podem chegar a R$ 8 mil, agentes da Vigilância Sanitária de São João de Meriti estão estendendo às farmácias a Operação Choque de Ordem, que visa corrigir irregularidades verificadas no comércio de modo geral. Só no bairro Parque Araruama, por exemplo, de quatro estabelecimentos visitados três não tinham farmacêutico responsável, o que contraria a Lei nº 13.021, que tornou obrigatória a presença permanente deste profissional nas farmácias de qualquer natureza. De acordo o setor de fiscalização, uma das drogarias foi notificada também por falta de organização nos depósitos e refrigeração inadequada de alguns medicamentos. Além disso, o ar condicionado estava queimado, comprometendo o armazenamento dos produtos. Também foram encontrados medicamentos com prazo de validade que não estavam separados em locais próprios para descarte.

Ônix vai receber R$ 6,7 milhões em seis meses pelo serviço de portaria

Embora tenha começado a atuar antes mesmo de sua contratação por dispensa de licitação - em uma das muitas 'emergências' fabricadas na gestão do prefeito Rogério Lisboa (foto) - ter sido homologada, a Ônix Serviços ainda não teve seu contrato disponibilizado pela Secretaria de Saúde, o que impede que se fique sabendo, por exemplo, quanto ela está recebendo por cada um dos trabalhadores que atuam nas portarias da Maternidade Mariana Bulhões e do Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse. A empresa - que pertence ao empresário Alexanderson Miranda, o Alê, genro do ex-prefeito de Silva Jardim, Antonio Carlos Lacerda - vai receber R$ 6.765.332,16 em seis meses, mas o teor do contrato é um mistério, já que mesmo já tendo pago este mês R$ 880 mil à contratada, a Prefeitura ainda não inseriu o documento no Portal da Transparência.

Ação requer bloqueio de R$ 14,5 milhões de André Mônica

A gestão irregular de recursos destinados ao setor de Educação gerou prejuízos à administração financeira e à qualidade do ensino no município de Araruama entre 2009 e 2012. Este é o entendimento do Ministério Público que, através da Promotoria de Justiça de Família, Infância e Juventude, ajuizou ação civil pública por improbidade administrativa contra o ex-prefeito André Mônica e Silva. De acordo com o MP, o ex-prefeito tentou ocultar a aplicação indevida dos recursos do Fundeb "apresentando dados equivocados, falsos ou incompletos na contabilidade pública".