Pneus velhos viram canteiros em Mesquita
Itaguaí tem espaço para terceira via na sucessão municipal
Prefeitura de Aperibé vai gastar R$ 848 mil com padaria...
Transporte de alunos em Japeri vai custar R$ 3,3 milhões
Aumento no contrato da merenda daria para construir uma creche por ano em Resende

Um ano e dois meses após o assassinato do suplente de vereador e influenciador digital Paulo Henrique Dourado Teixeira, o Paulinho P9, 33 – ocorrida em março de 2018 – agentes da Delegacia de Homicídio da Baixada, com apoio de outros núcleos da Polícia Civil, cumprem hoje (21) mandados de busca e apreensão em vários endereços nos municípios de Magé, Guapimirim, São Pedro da Aldeia e Petrópolis, um deles do deputado estadual Vandro Lopes Gonçalves, o Vandro Família. A ação desta terça-feira é no âmbito que apura o crime. Batizada de P9, a operação visa cumprir 20 mandados emitidos pela Justiça com o objetivo de encontrar alguma coisa que possa ligar os alvos a um suposto grupo de extermínio.

Segundo e terceiro colocados no pleito de 2016 podem dar as mãos em 2020

 

À espera de uma decisão judicial que pode encurtar o mandato da prefeita Maria Dalva Silva do Nascimento, a Cilene (foto) e, consequentemente, resultando numa possível eleição suplementar, a oposição em Silva Jardim pode se tornar única, unindo quem foi adversário em 2016, uma proposta de reconstrução do pequeno município do interior fluminense, abalado por escândalos, com denúncias de corrupção, fraudes em processos licitatórios e crimes eleitorais, que levaram para a prisão um ex-prefeito, dois vereadores e ex-secretários.

Audiência pública está marcada para sexta-feira

 

A CPI da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que investiga as empresas de energia no estado, realizará, na próxima sexta-feira (24), audiência pública para discutir os serviços prestados pela Light no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Entre as principais reclamações contra a empresa, estão: frequentes queda de energia, aumento abusivo nas contas, falta de qualidade no atendimento e ausência de controle e transparência nas informações. O evento acontece a partir das 10h, no auditório da Firjan.

Prefeitura não divulga contratos nem atas de registro de preços e faz mistério sobre licitações

 

O Tribunal de Contas do Estado já apontou irregularidades em processos licitatórios e contratos firmados pela Prefeitura de Japeri e está com as atenções voltadas agora para a falta de transparência em relação aos gastos públicos. O órgão recebeu representações que foram registradas em dois processos para, de acordo com a ouvidoria do órgão, "subsidiar futuras auditorias a serem realizadas no município de Japeri". Um dos contratos tidos como irregular pelo TCE é o que foi firmado com uma empresa sem frota para locação de máquinas e caminhões. A firma W.A. de Oliveira Transportes, Comércio, Locação e Serviços – que, de acordo com o órgão fiscalizador, funcionou como mera intermediária entre a Prefeitura e os verdadeiros dos equipamentos – recebeu R$ 6,6 milhões dos cofres da municipalidade.

Os três contratos somam pouco mais de R$ 118 mil, mas não revelam a quantidade que está sendo adquirida

Depois de comprometer R$ 840 mil reais com a compra de pães, bolos, rosquinhas, salgadinhos, leite e manteiga em uma padaria da cidade, sem deixar claro a quantidade a ser adquirida, a Prefeitura de Aperibé volta a fazer o mesmo em relação ao fornecimento de gás de cozinha para algumas secretarias. Os três contratos firmados recentemente para esse objeto somam R$ 118.180,00, o suficiente para comprar mais de 1.800 botijões de 13 quilos em um ano, considerando o preço médio unitário de R$ 65.