Cervejaria plantará 600 mudas em cartão postal de Petrópolis
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Contribuinte terá 100% de desconto sobre multas, juros e correção monetária

Os moradores de Magé com pendências em relação ao Imposto Predial e Territorial Urbano têm até o próximo dia 27 para ficar em dia com município, podendo fazer o pagamento com até 100% de isenção de multa, juros e correção monetária se optarem pela quitação a vista. A dívida também poderá ser paga em duas e três parcelas, mas nestes casos o desconto será de 90% e 70%, respectivamente. Para realizar o parcelamento, os interessados devem se dirigir aos guichês do IPTU instalados na sede da Prefeitura, na Praça Nilo Peçanha, das 9h às 17h. Para quem residente na região de Piabetá o atendimento, também das 9h às 17h, é feito na subprefeitura, que funciona na Praça 7 de Setembro. “Tenho certeza de que muitos contribuintes irão aproveitar para quitar seus débitos e regularizar sua situação com o município, com a possibilidade, em alguns casos, de redução de até 100% da dívida. O montante desse imposto é revertido em mais investimento em saúde, educação, infraestrutura. Isso melhora a qualidade de vida do cidadão mageense”, disse o prefeito Rafael Tubarão.

Lago de Nogueira ganha cuidados especiais

O Projeto AMA (Área de Mobilização Ambiental), em parceria com a Associação de Moradores e Amigos de Nogueira, em Petrópolis, vai realizar o plantio de 600 mudas de árvores nativas no entorno do Lago de Nogueira, um dos cartões postais do bairro petropolitano. O solo do local foi limpo por uma equipe do projeto e voluntários da comunidade local para receber as mudas que serão plantadas a partir da segunda quinzena de dezembro. Segundo Luis Carlos Veigas, da associação de moradores, o lago vinha sofrendo um longo processo de degradação ambiental. “Nos anos 90, metade do lago foi aterrado e a associação do bairro vinha tentando reverter a situação com um processo para remoção do aterro e revitalização da área”, disse.

O desembargador vai presidir o TJ pela segunda vez

Por 113 votos contra os 47 conferidos à desembargadora Maria Inês Gaspar, o desembargador Luiz Zveiter foi eleito hoje, pela segunda vez, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ao todo 174 magistrados participaram da votação, com cinco anulando o voto e nove votando em branco. Zveiter foi alvo de protestos ontem em Niterói, chegando a ser agredido por manifestantes que foram até a entrada do prédio onde ele mora, em Icaraí. Ele acusou a prefeita de Campos, Rosinha Matheus e o marido dela, o ex-governador Anthony Garotinho de serem os responsáveis pelas agressões por ele sofridas. “Foi um fato orquestrado. Um cidadão no carro de som mostrou a minha casa e começaram as vaias. Eu estava com minha filha e meu filho. Minha vida é limpa, mas vou processar todos eles”, afirmou o desembargador.

O TRE julgou recursos que mudaram a formação da Casa Legislativa para os próximos quatro anos

Três candidatos considerados eleito perdem nas cadeiras com o novo resultado

O vereador Vivaldo Magalhães (SD) e os estreantes Paulo Cesar Silva (PSDB) e Liés Abibe (PR) foram declarados eleitos pela Justiça Eleitoral no dia 3 de outubro, mas ficarão de fora. É que o Tribunal Regional Eleitoral confirmou os registros de candidatos que haviam disputado a eleição sub judice. Agora, com a validação dos votos a eles conferidos uma nova totalização alterou a formação da Câmara de Silva Jardim para os próximos quatro anos. Com o julgamento do TRE Webster dos Santos (PTN), Gracil de Araújo e Adão Firmino (PMDB) estão com mandatos garantidos.

“Não basta que todos sejam iguais perante a lei. É preciso que a lei seja igual perante todos.”  

A frase acima é do ex-presidente chileno Salvador Allende - deposto no golpe militar de 1973 - e poderia servir como bandeira na manifestação deste domingo se essa tivesse sido mesmo convocada para defender o Brasil dos corruptos e das injustiças. Tanto não foi que os números apurados nas cerca de 200 cidades onde os organizadores disseram ter ocorrido protestos são bem menores do que o esperado. Quinze mil pessoas na Avenida Paulista segundo a Polícia Militar ou 50 mil na visão dos mais otimistas não significam nada diante de um universo de 200 milhões de brasileiros. Eu gostaria que muitos milhões tivessem saído às ruas hoje para defender a Operação Lava-Jato, o afastamento e a condenação dos políticos comprovadamente corruptos, sem se aterem a reivindicações de classe, aliás, de uma classe muito da privilegiada. Gritar contra um instrumento legal para enquadrar o abuso de autoridade de uma casta que acha que pode fazer o que bem entende, certa de que o máximo que poderá acontecer a seus membros seria uma aposentadoria compulsória, é defender leis diferentes para proteger iguais. Além disso, na convocação para o ato deste domingo faltou dizer que o Congresso caiu em desgraça com os “intocáveis” mais porque foi criada uma comissão para identificar os supersalários pagos magistrados e a membros do MP do que por outra coisa, mas isso os doutores não querem dizer. Preferem alegar que estão tramando contra a Lava-Jato, um operação necessária, legítima, que não está e nunca esteve ameaçada. O que está acontecendo é que os "onipotentes" querem impor uma lei de execeção em pleno regime democrático, rasgando a Constituição deste país.