Mangaratiba quer uma eleição suplementar limpa e segura
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IBGE reforça relação entre saúde e saneamento básico
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Novo presidente terá de garantir mais vagas no ensino superior

Por unanimidade os membros do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, deferiu o registro de candidatura a deputado estadual pelo Solidariedade do vereador de Seropedica, Aguinaldo Luis Pereira, que chegou a ser impugnado pelo juízo eleitoral local, que entendeu que Aguinaldo não estaria quite com a Justiça Eleitoral, por conta de um suposto débito relativo à uma multa, quando o pagamento já havia sido feito muito antes da apresentação do pedido de candidatura. O recurso contra o indeferimento foi relatado pelo desembargador Raphael Ferreira de Mattos, que teve o voto seguido pelos demais membros do colegiado.

Notícia sobre suposta revisão de candidaturas soa como piada mo meio político

 

"Todas as candidaturas do PHS serão avaliadas por nós da executiva estadual". É o que teria dito o ex-prefeito de São João de Meriti e ex-presidente da legenda, Sandro Matos (foto). Espera aí, cara pálida!. Matos é filiado ao PSD e por esse partido disputa um mandato de deputado federal. Logo não pode dar "pitaco" na casa do vizinho e muito menos integrar a executiva de outro partido que não seja o seu. Ele teria dito iso para alardear que seu irmão, Gil Matos, seria o novo presidente do PHS no estado, mas gente influente do meio diz que a história não é bem assim e ainda que fosse as candidaturas não podem ser revistas, pois foram definidas em convenção dentro do que diz a lei. Esse "nós" aí pegou muito mal nos meios políticos e o que se fala hoje em Meriti é que Sandro estaria com medo do desempenho de Gelson Avezedo, vice-prefeito e candidato a deputado federal pelo PHS e que pretenderia, com isso, espalhar alguns pregos pelo caminho para furar os pneus de Azevedo.

E para isso espera que o MP e a Justiça continuem de olho

 

Com cerca de  43 mil habitantes e pouco mais de 36 mil eleitores, Mangaratiba vive dias de apreensão. O município – por conta de denúncias de corrupção, desvio de dinheiro público e crime eleitoral – conheceu quatro prefeitos em menos de três anos e no dia 28 de outubro vai eleger o quinto. E é exatamente aí que mora a preocupação: comenta-se nos bastidores da disputa que há o temor de que o mesmo grupo político tente se manter no poder, embora a escolha vá se dar por votação direta. O medo é de a livre escolha ser atropelada pela máquina administrativa e pela compra de votos, prática nada incomum em regiões com histórico do uso da força e de ameaças veladas. Envergonhadas com os escândalos envolvendo políticos locais, pessoas de bem querem passar o município a limpo, mas para isso dependem que as autoridades permaneçam de olho...

Oitenta e cinco por cento dos municípios do estado do Rio de Janeiro arrecadaram menos da previsão orçamentária no ano passado e em conseqüência disso 43 prefeituras fecharam as contas com déficit. Isso é o que comprova um estudo feito pelo Laboratório de Análise de Orçamentos e de Políticas Públicas do Ministério Público. Os números estão no relatório "Indicador de Qualidade da Previsão de Receita pelos Municípios Fluminenses: I.MPRJ/Previsão de Receita/2017", dando conta de que, em 2017, 79 das 92 cidades do estado arrecadaram quantias menores do os constantes em seus orçamentos. Macaé, aponta o estudo, recebeu grão "bom".

O candidato do PSL continua com 28% e sua rejeição chega a 46%. Petista vai 22%

 

O candidato do PT à presidência da República cresceu mais três pontos. É o confere a nova pesquisa do Ibope sobre intenções de votos divulgada nesta segunda-feira. Segundo a consulta, Fernando Haddad (foto) tem agora 22% e o candidato do PSL, Jair Bolsonaro está estacionado com 28% e teve o índice de rejeição subindo para 46%. Ciro Gomes (PDT) aparece com 11%, Geraldo Alckmin 8% e Marina Silva 5%. A coleta de dados foi feita entre os dias 22 e 23 de setembro, quando foram ouvidos 2.506 eleitores em 178 municípios. Na projeção para um segundo turno, Bolsonaro  perde para Ciro (de 46% a 35%), para Haddad (43% a 37%) e para Alckmin (41% a 36%), empatando com Marina (de 39% a 39%). A margem de erro estimada é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, o nível de confiança é de 95% e a pesquisa esta registrada Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo BR‐06630/2018. A margem de erro estimada é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, o nível de confiança é de 95% e a pesquisa esta registrada Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo BR‐06630/2018.