Japeri insiste com ônibus irregulares no transporte escolar
Aperibé pode ter nova eleição ainda este ano
Japeri paga caro para ônibus irregular transportar alunos
Intervenção depende de aprovação do Congresso, mas já está em vigor
Prefeitura de Belford Roxo inicia construção de creche em Heliópolis e licita mais seis unidades, as primeiras em 18 anos

 Parte do dinheiro recuperado pela atuação da força tarefa da Lava Jato do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro poderá ser aplicada na reforma das escolas públicas do estado. Para viabilizar a liberação dos recursos, o MPF-RJ, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação , Ministério da Educação, a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro e a Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro assinarão, na próxima terça-feira, um termo de cooperação técnica que estabelece os critérios de aplicação.

 Antes de nomear o trio o prefeito Rogério Lisboa se reuniu com Leandro Weber e Matheus Neto (direita) e o próprio Matheus chegou a ser convidado para assumir o controle (Foto: Jornal O Tempo)

Grupo "importado" para controlar finanças da Saúde de Nova Iguaçu é visto na cidade como o terror dos donos das clínicas e laboratórios conveniados que prestam serviços ao município

Acostumados a lidar com "merreca" em Rio Bonito, onde o orçamento geral aprovado para este ano está estimado em R$ 180 milhões, três ex-membros da equipe do prefeito José Luiz Antunes, o Luiz Mandiocão, parecem estar deslumbrados com a "riqueza" de Nova Iguaçu, cidade da Baixada Fluminense, onde desembarcaram no ano passado e foram nomeados pelo prefeito Rogério Lisboa em cargos importantes no setor de Saúde, que tem um orçamento duas vezes maior que o de toda a administração municipal riobonitense. No ano passado, por exemplo, a dotação financeira do Fundo Municipal de Saúde foi de R$ 390 milhões. A permanência do trio no governo já gerou muitos desgastes ao prefeito e ontem surgiu a informação de que o grupo, já mandando mais que o próprio secretário de Saúde Hildoberto Carneiro, estaria de olho agora no comando do Hospital da Posse, para qual já teriam um nome escolhido para substituir o atual diretor que, exatamente por ser rigoroso no trato com coisa pública e respeitado em sua área de atuação vem conseguindo descascar o "abacaxi".

Tribunal de Contas também deu prazo de 10 dias para apresentação de documentos

O ex-prefeito de Paraíba do Sul, Marcio de Abreu Oliveira, está encontrando dificuldades para apresentar defesa ao Tribunal de Contas do Estado, porque seu sucessor,  Alessandro Cronge Bouzada (foto), não está lhe dando acesso aos documentos necessários, que estão em poder da administração municipal. Em razão disso o TCE aplicou uma multa de R$ 65.878,00 no atual gestor. Relator do processo, o conselheiro Rodrigo Melo do Nascimento, destacou a ausência de documentos necessários à regularização da prestação de contas do município referente a 2016 – de responsabilidade do ex-prefeito, que já deveriam ter sido enviados pelo atual. O  ex-prefeito vem sendo cobrado pelo Tribunal de Contas por não ter apresentado os esclarecimentos solicitados pela corte e justificou respondendo "não estar tendo acesso aos documentos necessários à sua defesa".

Desde o dia 23 de julho do ano passado dando as ordens como diretor do Fundo Municipal de Saude de Nova Iguaçu, o advogado Glauco Moraes Azevedo (foto), foi afastado da Prefeitura de Silva Jardim em maio de 2016 por decisão judicial. Ele, que foi presidente da Comissão de Licitação e secretário de Administração na primeira gestão do prefeito Anderson Alexandre, foi acusado pelo Ministério Público por suposta fraude na licitação que resultou na contratação de um evento de motocross, em 2013. Glauco e outras sete pessoas foram denunciadas por falsidade ideológica, formação de quadrilha e crime da Lei de Licitações no processo 0002940-28.2015.8.19.0059, que tramita na Vara Única daquele município.

Um contrato sem licitação firmado em 2016 pela Prefeitura de Barra do Piraí para o serviço de coleta de lixo se arrastou por todo o ano passado e, ao que tudo indica, deverá ser esticado também por mais alguns meses no exercício de 2018, tudo porque a gestão do prefeito Mario Esteves (PRB), ao que parece, não consegue elaborar um edital correto. Pelo menos é isso que sugere a sucessão de erros apontada pelo Tribunal de Contas do Estado no processo aberto para contratar o serviço, já analisado duas vezes. Na primeira foram encontrados 29 falhas - o que levou o TCE mandar adiar a licitação - e os erros continuaram. Este mês, em nova análise, o TCE voltou a barrar o edital, pois, segundo apontou o conselheiro Rodrigo Melo do Nascimento, a Prefeitura apresentou agora "um orçamento em piores condições do que no edital anterior". Rodrigo alertou que a permanência de pendências no edital "poderá caracterizar emergência fabricada".