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Macterra está na lista de empresas condenada pelo TCE a devolução de R$ 46 milhões aos cofres da municipalidade

Mesmo com seus contratos firmados na gestão do prefeito Renato Costa de Mello Júnior, o Junior do Posto, sob investigação do Tribunal de Contas do Estado - que acabou condenando o ex-gestor, a própria empresa e outras cinco prestadoras de serviços e fornecedoras a devolverem R$ 46 milhões aos cofres do município -, a Marcterra Terraplanagem e Construções recebeu mais R$ 134 mil da Prefeitura, dinheiro que saiu do Fundo Municipal de Educação. De acordo com dados da própria administração, o total de R$ 134.110,53 consta como despesa consolidada no dia 19 de junho de 2013, quando os processos envolvendo a empresa e as firmas Comércio de Produtos Alimentícios Beira Rio, Trena XV Comércio de Materiais de Construção e Serviços, CHM Construtora, Klauã Comércio de Produtos e Serviços e Transportadora Unidos de Guapi já estavam sendo auditados.

Procuradoria da República aponta falta da metade dos itens da farmácia básica e ausência de profissionais nas unidades de atendimento médico

Com cerca de 25 mil habitantes, o município de Miguel Pereira, no interior do estado do Rio de Janeiro, recebeu, de janeiro de 2013 a 30 de abril deste ano, R$ 76.307.646,74 em repasses constitucionais do governo federal, sendo cerca de 30% do total para o setor de Saúde, mas a rede municipal de atendimento médico está numa penúria dada, sem que o prefeito Claudio Valente (PT) consiga mudar o quatro. Por conta disso o Ministério Público Federal recomendou providências no sentido de melhorar a política pública de saúde.  Uma investigação do MPF constatou que "o município está sofrendo com a falta de medicamentos e profissionais, bem como estrutura física para implementar o Serviço Residencial Terapêutico (SRT)", que já deveria ter saído do papel há pelo menos dois anos.

Juíza federal pediu quantitativo de veículos emplacados em Magé para apresentar em audiência no dia 9 de julho

A audiência de conciliação sobre o fechamento de um retorno existente antes da praça principal de pedágio na Estrada Rio-Teresópolis, marcada para o dia 9 de julho pode ser decisiva para os moradores de Magé que sejam proprietários de automóveis. É que a juíza Ana Carolina de Carvalho, da Vara Federal Única, pediu e vai receber o levantamento do quantitativo de veículos emplacados no município, para ser apresentado à Concessionária Rio Teresópolis, que pela primeira vez - desde que passou a administrar o trecho da BR-116 que vai de Saracuruna (Duque de Caxias) a Além Paraíba (Minas Gerais) - está sendo levada às raias da Justiça pelo governo municipal. Para apresentar o quantitativo à magistrada a Prefeitura está cadastrando todos os veículos emplacados na cidade. O objetivo é a isenção no pagamento da tarifa cobrada pela CRT. Para fazer o cadastro o interessado deve escanear o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV) e enviá-lo à secretaria através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., com nome e endereço completo.

O texto abaixo foi escrito por mim no dia 16 de junho de 2013 e causou muita polêmica. Trago-o de volta hoje por sugestão do momento. A semana que passou foi marcada pela confirmação do direito ao casamento gay nos Estados Unidos e pelo recrudescimento da intolerância religiosa no Brasil. Quando digo que a Bíblia não é a Constituição chamo a atenção para aquele que lê uma coisa, entende outra e sai por ai achando que está seguindo as “leis de Deus” expostas no que chama de “Livro Sagrado” e atentando contra o direito sagrado de todos nós: a liberdade de vivermos da forma que quisermos e fazer o que bem entendermos, desde que nossos procedimentos, comportamento e maneira de pensar não violentem o nosso próximo.

    “O casamento entre pessoas do mesmo sexo é pecado”. É com esse pensamento que a bancada evangélica na Câmara dos Deputados trabalha contra a união gay agora legitimada. Esses nobres representantes do povo também conseguiram tirar de circulação uma campanha de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis porque a peça publicitária tinha como slogan a frase “Sou feliz sendo prostituta”. Esse bloco atua também contra o uso de imagens religiosas em repartições públicas - ao mesmo tempo em que defende monumentos à Bíblia nas praças que também são públicas -, mas parece não ver nada demais ter no grupo ladrões do dinheiro público. Com isso sugere que casamento gay e uma prostituta declarar-se feliz é pecado diante aos olhos de Deus, mas afanar não.