Siga o ElizeuPires.com

Twitter Facebook
Bruno Miranda foi livrado dessa pelos colegas

Os vereadores que tentaram dar um “golpe de estado” em Casimiro de Abreu, usando um instrumento inconstitucional que acabou derrubado em plenário, são os mesmos que encobrem os gastos do Poder Legislativo e protegem um colega pego em ato de suposta improbidade administrativa - passivo de cassação - em favor de membros de sua família. É que o plenário da Câmara rejeitou denúncia comprovada contra o vereador Bruno Miranda, passando por cima de um decreto-lei, de uma lei ordinária e da própria Lei Orgânica do Município, ignorando que o parlamentar usou um carro oficial e um servidor para transportar parentes numa viagem de lazer entre Casimiro de Abreu e o município de Guarapari, no estado do Espírito Santo.

Cidades como Itaboraí, por exemplo, poderão arrecadar dez vezes mais do que recolhe mensalmente 

Quanto os bancos tem de recolher de Imposto Sobre Serviços (ISS) aos cofres dos municípios nos quais mantém agências em funcionamento? Essa é uma resposta que só pode ser dada pela tecnologia e é exatamente isso que os prefeitos pretendem com a adoção de um sistema online de monitoramento e cobrança do ISS devido pelos bancos por cada negócio e operação realizada. Com onze agencias de seis bancos diferentes, o município de Magé, por exemplo, pode estar recebendo cinco vezes menos do que deveria, mas há cidades ainda mais prejudicadas pela falta de um sistema operacional confiável, como é o caso de Itaboraí, que, segundo o prefeito Helil Cardoso, recebe hoje cerca de R$ 60 mil mensais, receita que, diz ele, poderá chegar a R$ 700 mil por mês com o monitoramento online.

Servidor cedido sem ônus ao Poder Legislativo foi nomeado diretor com a Câmara assumindo o salário 

O caso do chefe de gabinete do prefeito Alcebíades Sabino dos Santos (PSC), Aldem Vieira Gomes, pode não ter sido o único caso de acumulação de salário de forma indevida no município de Rio das Ostras. A primeira situação já foi esclarecida junto à Justiça e Aldem e Sabino foram condenados a devolver, juntos, mais de R$ 300 mil aos cofres da municipalidade. A segunda situação supostamente irregular foi denunciada ao Ministério Público e envolve o nome do servidor municipal Floriano Gonçalves Mesquita, agente administrativo da Prefeitura, cedido para a Câmara de Vereadores, onde foi nomeado para o cargo de diretor administrativo.

Isac Salim luta pela vida e depende do tratamento ministrado no Instituto Oncológico

Governo não paga por serviços prestados e Instituto Oncológico pode suspender atendimento

Responsável pelo atendimento a cerca de 1,2 mil pacientes com câncer que precisam passar por sessões de quimio ou radioterapia, o Instituo Oncológico de Nova Iguaçu poderá ser obrigado a suspender o atendimento nos próximos dias se a Prefeitura e o governo estadual não pagarem logo o que devem à instituição, que está com todas as suas contas atrasadas e não tem mais como arcar com os compromissos. Nessa terça-feira um grupo de pacientes e funcionários promoveu uma manifestação para denunciar a situação, mas até o fechamento dessa matéria as secretarias municipal e estadual de Saúde não havia se manifestado sobre o assunto.