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Importantes ferramentas na descoberta de novos talentos e de incentivo à cultura, além do cunho social dentro das comunidades, inclusive no afastamento do possível contato entre os jovens e as drogas, por exemplo, as fanfarras se consolidaram ao logo dos anos pela alegria, pela magia e, é claro, pela música. Mas, ao que tudo indica, a Prefeitura de Resende não enxerga por este prisma. Pelo menos é o que se comenta nos quatro cantos da cidade com a possível extinção da fanfarra da Escola Municipal Getúlio Vargas, uma das mais tradicionais da cidade.

A administração municipal ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, mas o que se comenta nas redes sociais é que a fanfarra, que possui 30 anos de história, não se encaixaria nos planos pedagógicos da "Educação de Balieiro".

Talvez o moço, que jamais precisou sentar em uma cadeira de escola pública durante o ensino médio e fundamental, não faça ideia do que a fanfarra pode representar na vida de muitos jovens. Mas o que Diogo Balieiro Diniz já deve estar sentindo é o efeito de mais um desgaste. Na semana passada o prefeito começou a ser assombrado com a descoberta de um suposto funcionário fantasma, assunto que ganhou repercussão negativa em todo o estado.

O que o povo quer saber é se Diogo Balieiro também vai extinguir os cargos comissionados que estão aos montes na Prefeitura, inclusive muitos de seus parentes, com salários pra lá de gordos.

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