Débito de R$ 500 mil afeta 2.500 pontos de iluminação pública

Levantamento feito pela Secretaria de Manutenção de Infraestrutura Urbana e Obras Públicas de Rio das Ostras aponta que a cidade tem 2.500 pontos de iluminação pública danificados, problema que só será sanado por completo depois da contratação de uma nova empresa. A situação foi causada pela falta de investimentos da gestão anterior na manutenção do serviço. Em todo o município há pontos apresentando problemas, quer por lâmpadas queimadas ou falta de braços de luz. Segundo foi apurado, a renovação emergencial do contrato da empresa responsável pelo serviço - feita em agosto do ano passado - ficou comprometida por conta da falta de orçamento e a dívida deixada é de R$ 519.214.70. A Prefeitura informou que o processo licitatório para a contratação da manutenção da iluminação já está em andamento.

Pagamento saiu também para os aposentados, mas professores reclamam que faltou dinheiro

Já conhecido como um prefeito que fala uma coisa e depois faz outra bem diferente, Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (foto) honrou nesta sexta-feira o compromisso firmado com os profissionais da rede municipal de ensino no último dia 16, em audiência de conciliação na 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça: o salário de novembro já está na conta dos servidores da área. Na parte da manhã foi creditado o pagamento dos aposentados e agora a tarde do pessoal em atividade, entretanto, em pouco mais de uma hora o elizeupires.com recebeu 427 mensagens com reclamações de que o pagamento foi feito, mas estaria faltando "uma quantia considerável".

O prefeito Jocelito Pereira está indo pelo mesmo caminho do antecessor em em termos de falta de transparêncaia

Os repasses constitucionais de recursos para o município de Guapimirim feitos nestes primeiros 53 dias da gestão do prefeito Jocelito Pereira de Oliveira, o Zelito Tringuelê, somaram R$ 12.315.248,59, sendo R$ 4.782810,72 do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, mas se o contribuinte procurar informações sobre isto no sistema da Prefeitura não vai encontrar, assim como não verá nenhum número relativo às receitas correntes, nada quanto aos R$ 863 mil recebidos até ontem pelo Fundo Municipal de Saúde e muito menos os valores creditados no período na conta do Fundo Municipal de Educação, que gere o dinheiro do Fundeb. Somando os recursos recebidos com as receitas correntes estimada por gente do próprio governo em cerca de R$ 18 milhões, chega-se a uma arrecadação de pelo menos R$ 31 milhões, números que, de acordo com a Lei da Transparência, não poderiam estar escondidos.

Cidade é a única da Baixada que não atrasou salário nem cortou serviços essenciais

Único município da Baixada Fluminense que apesar da crise não fechou unidades de saúde, não cortou merenda escolar, vem mantendo os serviços essenciais e assegurando os salários em dia, Magé não terá carnaval oficial este ano e a população entendeu as razões. Tirando os que se posicionam contra qualquer coisa - não importando se a decisão seja acertada ou não, os partidários do quanto pior melhor-, a maioria bateu palmas para a decisão do prefeito Rafael Santos de Souza, o Rafael do Tubarão (foto). “Gostaria muito de assegurar os festejos do carnaval, mas não há recursos para isto. Nossa gestão está dando certo exatamente pelo fato de governarmos com os pés nos chão. Nunca atrasamos um mês de salário e estamos com a estrutura funcionando. Gastar com o carnaval neste momento seria um ato de irresponsabilidade muito grande de minha parte como prefeito. Felizmente percebo que a população entendeu e apóia a decisão do governo. A folia nunca será mais importante que a saúde, que a educação, que a limpeza urbana, enfim, que o bem estar da população”, diz o prefeito, que hoje administra com uma receita 40% menor. 

Nova Iguaçu arrecadou R$ 166 milhões em 48 dias

Há exatos 51 dias no cargo, o prefeito Rogério Lisboa (foto) ainda não deu um passo sequer em direção a reabertura das unidades de saúde que, segundo ele, estão fechadas por falta de recursos. Tem se limitado à choradeira comum aos que se deparam com problemas acima de sua capacidade de solução e até já ameaçou a fechar o Hospital da Posse. Entretanto, do dia 2 de janeiro até o final do expediente de sexta-feira (dia 17), o Fundo Municipal de Saúde havia recebido R$ 44 milhões, sendo R$ 39 milhões para financiar o atendimento de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar, além de mais de R$ 42 milhões em repasses constitucionais, incluindo FPM e royalties do petróleo, sem contar receitas correntes acumuladas no período, pouco mais de R$ 78 milhões, o que dá uma arrecadação de R$ 166 milhões, total recebido pela Prefeitura em 48 dias.