Nas distribuidoras locais os preços são os mesmos no varejo: cobram R$ 60 com o cliente retirando no depósito e R$ 65 na entrega em domicilio, inclusive a empresa da foto, que não é a fornecedora da Prefeitura, mas talvez pudesse fazer um precinho mais camarada que o da firma contratada

Quem telefonou ontem para a empresa Luiz C. L. da Costa Distribuidora de Gás, em Silva Jardim, ouviu de um homem que se identificou apenas como Luiz, que o preço do botijão de gás, de 13 quilos, é R$ 60 para quem for buscar no depósito e R$ 65 no caso de entrega em domicílio, com direito a um litro de cloro de graça. Mas essa firma foi declarada vencedora de um pregão realizado pela Prefeitura para a aquisição de 484 botijões com o valor unitário de R$ 69, R$ 4 a mais que o cobrado por uma unidade entregue em casa. Pelo menos é o que está na Ata de Registro de Preços 55/2018 homologada pela administração municipal e da qual constam ainda 630 botijões de 45 quilos, com preço unitário fixado em R$ 286.

No centro de Silva Jardim funcionam pelo menos três empresas fornecedoras de gás, todas com preço no varejo menor que o registrado no pregão vencido pela Luiz C. L. da Costa Distribuidora de Gás.

A adoção do critério da economicidade é uma das exigências explícitas na lei das licitações, mas parece que os membros da Comissão Permanente de Licitação de Silva Jardim e a prefeita Maria Dalva Silva do Nascimento não sabem disso.

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