Intenção era deixar os alunos a pé a partir de segunda-feira

 

Boas de cobrar e ruins de atender a demanda de passageiros, as empresas de ônibus que exploram as linhas municipais de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, estavam pretendendo deixar a pé, a partir de segunda-feira (5), os alunos da rede pública. O bloqueio do acesso dos estudantes aos coletivos foi marcado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Nova Iguaçu (Transônibus), que pretenderia, com isso, pressionar a Prefeitura a liberar repasses em atrás, mas o juiz André Luiz Duarte Coelho, do Juizado da Infância e Adolescência e do Idoso de Nova Iguaçu emitiu liminar impedindo que a gratuidade fosse suspendida.

A decisão se deu em ação ajuizada pela Defensoria Pública de Nova Iguaçu, que decidiu agir para evitar que os estudantes fossem prejudicados. O sindicato pressiona para receber cerca de R$ 2,3 milhões, dívida referente ao transporte dos alunos.

Ao todo 71 mil estudantes ficariam prejudicados. Na próxima terça-feira representantes da Prefeitura e das empresas de ônibus vão se reunir no Ministério Público em busca de uma solução.

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