... mas prefeito insiste em fazer marketing pessoal com reformas de unidades de saúde, realizadas com o dinheiro do povo

 

A realidade do atendimento médico na rede pública de Resende, ao que parece, ainda está muito distante das fotos pomposas postadas pelo prefeito Diogo Balieiro Diniz, que insiste em fazer marketing pessoal para exibir reformas nas unidades de saúde, muitas das quais já teriam sido realizadas recentemente. Para aqueles que dependem do atendimento público de saúde, no entanto, a história é outra: faltam médicos e até pilhas para otoscópio, aparelho utilizado para exames de ouvido, segundo relatos de pacientes que utilizam quase que diariamente as redes sociais para denunciar as supostas ocorrências e tentar chamar a atenção do prefeito, apesar de que o governante parece ficar míope quando as postagens não são de seu agrado.

Um desses constrangimentos, para não dizer humilhação, foi registrado pelo morador de nome Gabriel Macedo, que teria chegado com dor ouvido no final da última semana ao Hospital Municipal Henrique Sérgio Gregori. De acordo com o relato, o rapaz acabou sem o diagnóstico necessário porque, segundo ele, o clínico de plantão, Dr. Cézar, teria informado que um dos otoscópios estaria quebrado e que o outro estaria sem pilha.

Já no posto de saúde do Bairro Baixada da Olaria, a queixa dos moradores é a falta de médicos, responsável pelas filas intermináveis de moradores na frente da unidade de saúde. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Cidade Alegria, o calvário dos pacientes estaria acontecendo durante as trocas de plantão, uma reclamação que já se arrasta desde o começo do governo Balieiro, que, ao que tudo indica, continua teimando em se promover nas redes sociais com as benfeitorias custeadas com o dinheiro público nas unidades de saúde.

*O espaço está aberto para qualquer manifestação. Com a palavra a administração municipal de Resende)

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