É o que se pergunta na cidade...

 

Há exatos dez meses e oito dias do cargo, o prefeito Marcelino Borba, o Marcelino da Farmácia, administrou até agora recursos no total de R$ 569 milhões, proporcionalmente falando uma receita maior do que a verificada em cidades com seis vezes vezes mais moradores que Rio das Ostras. Porem, setores como o de saúde, por exemplo, estão em situação de penúria. Esta semana a Câmara de Vereadores decidiu abrir uma Comissão Especial de Inquéritos para apurar o caos instalado na rede, onde, apontam denúncias chegadas ao Poder Legislativo, estariam faltando recursos humanos e materiais.

No cargo desde o dia 16 de julho de 2018, Marcelino teve do dia de sua posse até ontem (25) R$ 334.436.047,22 para administrar uma cidade com apenas cerca de 150 mil habitantes, mas nem por isto estaria conseguindo abastecer com medicamentos e insumos as unidades de atendimento médico.

De acordo com sistema que registra as receitas e as despesas do município, entre julho e dezembro de 2018 a arrecadação líquida da Prefeitura de Rio das Ostras somou R$ 334.436.047,22, e de 1º de janeiro deste ano até ontem a arrecadado líquida somava R$ 234.817.662,43. 

Levando em conta apenas o número de moradores, Rio das Ostras tem muito mais recursos que Nova Iguaçu, um município com cerca de 850 mil habitantes e com uma previsão de receita de R$ 1,5 bilhão para o exercício de 2019.

 

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