A velha Praça Eliaquim Batista foi quebrada e o espaço cercado para evitar acidentes. A previsão do governo é de que todo o projeto de revitalização esteja concluído em 240 dias

Revitalização começou pelas praças Getúlio Vargas e Eliaquim Batista

Quem passou hoje pelo centro de Belford Roxo, no trecho da Praça Eliaquim Batista, deparou com um novo canteiro de obras. É o inicio do projeto de revitalização da cidade, que engloba também a Praça Getúlio Vargas, obras que o prefeito Wagner dos Santos Carneiro, Waguinho, pretende entregar no prazo de 240 dias. A Bica da Mulata, um monumento histórico do município, foi retirada para a reurbanização do trecho. Ficará guardada na sede da Secretaria do Meio Ambiente, até que o espaço destinado a ela na rotatória de acesso ao Viaduto Carlos Pantera fique pronto. O velho e deteriorado monumento à Bíblia também foi removido e um novo será construído dentro do projeto, que inclui iluminação de Led, paisagismo, playground para as crianças e pista de caminhada, entre outras melhorias. Segundo a Prefeitura, as obras seriam iniciadas em dezembro, mas para não prejudicar o comércio durante em época de compras natalinas, os serviços foram iniciados agora.

Mesmo arrecadando 40% menos equilíbrio vai garantir as ações

"Em 2017, apesar de todas as dificuldades financeiras geradas pela queda na arrecadação, conseguimos manter as contas em dia e priorizar os setores de saúde e educação. Este ano, acredito, as dificuldades não serão menores, mas, além de focar na realização de obras vamos cuidar também da segurança, embora essa não seja uma atribuição do governo municipal". Foi o que disse na noite de ontem em reunião pública, na localidade de Pau Grande, com a participação de cerca de 1.500 pessoas, o prefeito Rafael Santos de Souza, Rafael Tubarão, durante uma espécie de prestação de contas à população.

Em novembro o presidente Michel Temer ouviu do prefeito Washington Reis um pedido de empréstimo

Prefeito pediu dinheiro emprestado ao presidente Temer

O protesto realizado na última sexta-feira pelos servidores ativos e inativos do município de Duque de Caxias poderá se repetir durante esta semana. Sem salários e o décimo terceiro, eles não tiveram as festas de natal e fim de ano que esperavam, repetindo o que aconteceu no final de 2016, o que o prefeito Washington Reis havia prometido que não aconteceria novamente. Aos aposentados e pensionistas a Prefeitura está devendo os meses de novembro, dezembro e o décimo terceiro. Quanto aos funcionários atividade alguns deles chegaram a receber parte do salário de novembro e os demais apenas a promessa de que pagamento sairia antes do natal, o que não ocorreu e nem o governo sabe quando irá acontecer. Entretanto, o que corre nos corredores do poder é que o prefeito estaria esperando por um recurso extra - um empréstimo solicitado ao governo federal -  para poder quitar pelo menos o abono de natal.

Gastos com merenda e transporte de alunos em 2017 passaram de R$ 4 milhões

Quantas refeições são servidas por dia na rede municipal de ensino de Porto Real e quantos alunos são beneficiados com o serviço de transporte pago pela Prefeitura? Esclarecimentos nesse sentido precisam ser dados pelo prefeito o prefeito Ailton Marques (foto), cuja gestão vem sendo marcada pela mesma falta de transparência verificada no governo anterior. O transporte dos estudantes é feito pela empresa CWM Renta Car e a merenda escolar é fornecida pela HB Multiserviços que, que com o mesmo CNPJ (00.768.165/0001-08) fatura em outros municípios com o nome de Home Bread Indústria e Comércio, conforme consta das notas de empenho emitidas em favor dela pela Prefeitura de Nova Iguaçu, por exemplo.

 Houve tempo de sobra para um processo licitatório, mas a "emergência" do ano passado se repete

Prefeitura renova contrato emergencial com empresa paulista

Embora já tenha corrido tempo de sobra para fazer uma licitação, o prefeito de Resende, Diogo Balieiro Diniz renovou o contrato emergencial para aquisição de merenda escolar, favorecendo a Nutriplus Alimentação e Tecnologia, que vai receber cerca de R$ 4 milhões por mais seis meses de fornecimento, aproximadamente R$ 30 mil por dia de aula. A canetada do prefeito em favor da empresa começou em junho do ano passado, quando ele prorrogou até o final de 2017 o contrato com a Nutriplus, também ao custo de quase R$ 4 milhões e com a mesma alegação de emergência, ainda que na época já estivesse há seis meses a frente do governo municipal, tempo que parece não ter sido suficiente para abrir o devido processo licitatório, conforme prevê a Lei 8.666/93.