A placa foi colocada pela Prefeitura há quase três anos. No início deste mês o prefeito Jorge Serfiotis assinou a ordem de serviço ressuscitando o projeto com R$ 1,147 milhão

O que seria a revitalização da localidade de Bulhões foi contratado em 2014 para ser realizado em 120 dias ao custo de R$ 1,1 milhão, mas ordem de serviço foi assinada quase três anos depois

Há mais de dois anos os moradores dos bairros Vila Marina e Santo Antonio, no distrito de Bulhões, em Porto Real, acreditaram que ganhariam uma ciclovia ligando as duas localidades, parte de um projeto de revitalização contratado pela então prefeita Maria Aparecida Rocha junto à empresa Valle Sul Pavimentação e Mineração, por R$ 1,1 milhão, com direito a uma placa informando que tudo estaria pronto em 120 dias. Como a administração municipal ignora a Lei da Transparência e não disponibiliza informações sobre os contratos firmados e os pagamentos feitos, não se sabe se a Valle Sul - que sempre faturou alto no município - chegou a receber algum valor em relação a esse projeto, mas o fato é que a ciclovia não saiu do papel, o que levou moradores o batizarem de “obra fantasma”. No último dia 6 o prefeito Jorge Serfiotis assinou uma ordem de serviço para o início das obras, mas até hoje a licitação e o contrato não foram divulgados no Portal da Transparência, como determina a lei.

E vai ganhar ainda um centro de esporte e lazer, um projeto já com recursos federais aprovados

Acomodadas temporariamente em um espaço da Igreja de Nova Vida, as crianças antes atendidas no prédio antigo no qual funcionava a Creche Municipal Geraldo Dias Fontes, no bairro Heliópolis, em Belford Roxo, vão ganhar uma nova unidade que será construída em local ainda ser definido com a comunidade envolvida. O primeiro paço para isto foi dado nesta segunda-feira em audiência no Ministério Público, que através da Promotoria de Tutela Coletiva de Proteção à Educação tentou evitar a demolição do imóvel antigo. Segundo o prefeito Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (foto), os moradores de Heliópolis vão sair lucrando duas vezes, pois, além de uma nova creche vai ser construído um centro de esporte e lazer, projeto este que já está com recursos garantidos pelo governo federal, via Ministério dos Esportes.

O descarte vinha sendo feito diretamente em Nova Iguaçu, o que atrasava o recolhimento

A partir de segunda-feira o serviço de coleta de lixo deverá ganhar mais agilidade em Magé. É que o percurso dos caminhões coletores até o destino final dos resíduos vai ser reduzido em cerca de 100 quilômetros, com a utilização do CTR de Bongaba como estação de transbordo, o que já foi autorizado ao município pelo Instituto Estadual do Ambiente. Ultimamente o lixo passou a ser levado direto para a Central de Tratamento de Resíduos de Nova Iguaçu, o que vinha provocando atraso na coleta, pois os caminhões não podiam fazer o descarte temporário em Bongaba, tendo que seguir direto. Agora, com a autorização, uma nova empresa vai se encarregar do transporte entre o ponto de transbordo até Nova Iguaçu, liberando os veículos compactadores para ficarem apenas no recolhimento. “Na segunda-feira a população vai sentir diferença. Já temos a liberação do Inea para usarmos o CTR de Bongaba como transbordo e uma nova empresa vai entrar em operação para pegar o lixo nesse ponto e levar para Nova Iguaçu”, explica o prefeito Rafael Santos de Souza, o Rafael Tubarão (foto).

Redução dos gastos com o pessoal possibilitou a recuperação

Há exatos 84 dias do seu inicio a nova gestão do município de Seropédica anunciou o fim do estado de calamidade financeira, situação declarada pelo ex-prefeito Alcir Martinazzo. A suspensão do decreto baixado pelo ex-gestor foi confirmada pelo secretário de Governo, Luiz Cláudio Medeiros Compasso. Ele explicou que o decreto da administração anterior foi prorrogado em janeiro deste ano pelo prefeito Anabal Barbosa, por conta das dificuldades geradas pela falta de transição entre o antigo e o novo governo municipal.

A Rodando Certo, empresa contratada por Nova Iguaçu enfrenta a revolta de moradores em Itaperuna e o prefeito Marcos Vinícius de Oliveira Pinto já afirmou que ela “está com os dias contados" por lá

Empresa foi contratada sem licitação para explorar o serviço, ficando com 90% do que arrecadar

Quinze dias após o elizeupires.com informar que o serviço de reboque de veículos poderia ser a próxima “emergência” alegada pelo prefeito Rogério Lisboa (foto) para fazer contratos sem licitação - manobra que já comprometeu R$ 52 milhões -, o fato noticiado se confirma. Foi publicado na edição desta sexta-feira do diário oficial de Nova Iguaçu a dispensa de licitação para contratar uma empresa sediada em Miracema, no Noroeste Fluminense, para fazer o serviço e explorar o depósito de veículos.  De acordo com o ato assinado pelo secretário de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana, Herval Barros de Souza, a Rodando Certo Serviços de Estacionamento e Reboque de Veículos vai operar inicialmente por 180 dias e ficar com 90% do que for arrecadado com a remoção e guarda dos carros.