O Meriti-Previ vem enfrentando dificuldades para pagar os proventos dos inativos em dia

Foram pagas as folhas de abril, maio e junho

Foram quitados nesta sexta-feira os proventos referentes ao mês de junho dos servidores inativos e pensionistas da Prefeitura de São João de Meriti. Os meses de abril e maio pagos na quarta e na quinta-feira. Os valores estão depositados nas contas dos 556 aposentados e nas dos 590 pensionistas. “Sei das dificuldades que nossos aposentados e pensionistas estão atravessando por causa dos atrasos. Em nossa gestão, sempre priorizamos o aposentado. Porém, a crise financeira afetou nosso cronograma. Venho aqui me desculpar com todos os aposentados e pensionistas. Estávamos sempre buscando uma solução para este grave problema e hoje quero compartilhar a minha alegria de informar que sexta-feira quitamos três folhas de pagamento”, disse o prefeito Sandro Matos.

'No lado rico da cidade está tudo bonitinho. Na periferia, sujeira e pouco caso'. Reclamam os moradores

Prefeito governa para a elite e deixa os carentes no abandono

Nos bairros ricos da Capital Nacional do Petróleo o caro serviço de coleta de lixo (são cerca de R$ 70 milhões por ano) funciona que é uma maravilha. A “Classe A” do prefeito Aluizio dos Santos Junior, o Dr. Aluizio, não tem do que reclamar. Já a maioria da população - os que residem na periferia da cidade - é obrigada a conviver com o descaso de uma administração que tem recursos de sobra, mas nenhuma preocupação com os bairros mais pobres, onde os serviços essenciais são precários. Nessas comunidades terrenos e calçadas são transformadas em lixeiras. Quando questionada, a Prefeitura responsabiliza os moradores e isenta a empresa responsável pela limpeza urbana, mas pelo menos uma coisa está muito clara: a administração municipal paga caro por um serviço, mas não fiscaliza sua execução. O custo anual é de cerca de R$ 70 milhões. 

O prefeito Anderson Alexandre destruiu obra orçada em R$ 2,8 milhões e anunciou um projeto que ficou só nas maquetes

Prefeito de Silva Jardim não cumpre compromissos de campanha e ainda joga dinheiro público no lixo

Em Silva Jardim, município governado pelo prefeito Anderson Alexandre (PMDB) a falta de palavra e o desperdício de dinheiro público caminham juntos. A ausência de compromisso com a população está no não cumprimento das promessas feitas por ele durante a campanha de 2012 e o desperdício na destruição de uma obra orçada em R$ 2,8 milhões para fazer outra que não saiu do papel, uma transformação que ficou nas palavras do prefeito e nas maquetes digitais divulgadas pela Prefeitura. Há três anos e nove meses no governo, Anderson destacou dez pontos importantes em 2012 e só executou um: o plano de cargos e salários dos servidores. Quanto ao povo, este acreditou nas promessas e se deu mal.

Imagem como esta não pode ser vista numa cidade que tem um serviço de coleta de lixo tão caro quanto o de Macaé

Descarte irregular de lixo compromete imagem da Capital Nacional do Petróleo

O prefeito que aumentou os gastos com a coleta de lixo e só não ampliou o valor ainda mais porque o Tribunal de Contas do Estado não deixou é o mesmo que não cobra da empresa contratada mais eficiência na prestação do serviço. O prefeito em questão é Aluizio dos Santos Júnior, o Dr. Aluizio, que desde que assumiu a Prefeitura de Macaé (em janeiro de 2013) já pagou mais de R$230 milhões a Limpatech, que vem tendo o contrato reajustados através de termos aditivos. Moradores reclamam que apesar de a Prefeitura pagar caro o serviço é prestado de forma precária e pontos de vários bairros tem sido transformado em lixeira. No bairro Lagomar, por exemplo, um terreno do município virou vazadouro de lixo, segundo alguns habitantes da localidade, por causa da deficiência da coleta.

Carlos Augusto pleiteou junto à Beltrame a ampliação do efetivo policial em Rio das Ostras (Foto:Divulgação/SESP)

Deputado pediu reforço no efetivo policial para Rio das Ostras

O deputado estadual, Carlos Augusto Balthazar se reuniu ontem com o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, a quem pediu a implantação de uma unidade do Batalhão da Polícia Militar em Rio das Ostras e reforço do efetivo no município. “Nossa cidade foi a que mais cresceu nos últimos anos, segundo o IBGE e isso, atrelado aos nossos altos índices de criminalidade, comprovam a necessidade desse batalhão”, justificou Carlos Augusto, que apresentou ao secretário um diagnóstico com a realidade local, índices de criminalidade, geográficos e de crescimento da cidade.