Com participação de Carlos Mossi, o filme mostra o declínio  das antigas salas de cinema da Baixada (Foto:Divulgação)

"Tempo de Projeção” conta com a participação do “Rei da Pornochanchada"

Acontece nesta segunda-feira, segundo o dia II Festival interuniversitário de Cultura idealizado pelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, a primeira exibição do documentário "Tempo de Projeção", filme dirigido pelo professor e pesquisador Tiago Monteiro. A estréia será às 13h e contará, ainda, com um bate-papo com o realizador do filme e com o produtor Leandro Luz. Trata-se de uma produção do Núcleo de Criação Audiovisual - IFRJ Campus Nilópolis, e foi realizado com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.  O filme foi gravado inteiramente na Baixada Fluminense, nas salas de cinema do Cine Center (Nova Iguaçu) e Santa Rosa (Duque de Caxias).

Evento será aberto amanhã-feira na Fábrica do Conhecimento

Em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro a Prefeitura de Paracambi está organizando a I Semana Integrada de Inovação, Pesquisa e Extensão, evento que vai acontecer entre os dias 6 e 11 de novembro na Fábrica do Conhecimento, antiga Fábrica Brasil Industrial. Estão sendo esperadas cerca de 12 mil pessoas e o público poderá contar com programação para crianças, jovens e adultos, como exposições, planetário, palestras, oficinas e apresentações de trabalhos. Toda área da antiga Fábrica será utilizada, havendo atividades no bosque e dentro dos prédios.

Evento será realizado no campus local Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia

Começa amanhã e vai até o dia 12 o II Festival interuniversitário de Cultura, um evento idealizado pelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), para disseminar expressões culturais através de apresentações artísticas, seminários e promover o intercâmbio entre universidades e cidades, reunindo professores, estudantes, funcionários técnico-administrativos, artistas, mestres populares, grupos e coletivos. Uma das metas é alcançar o ensino básico e as escolas, reforçando o compromisso com a arte pública e com a construção de uma nova cidadania cultural. O acesso é gratuito e o encontro está aberto a variadas técnicas, conceitos e experimentações. As atividades ficam a cargo de instituições públicas de ensino superior do estado, que compõem o Fórum Interuniversitário de Cultura. Participam, além do IFRJ, o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow, Fundação Casa de Rui Barbosa, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRRJ e UNIRIO. O Campus Nilópolis fica na Rua Lúcio Tavares, 1045, no bairro Nova Cidade.

Projeto de incentivo à leitura de unidade de Mauá é o destaque

Colocada entre as três finalistas da etapa estadual da premiação, a Escola Municipal Comandante Amaral Peixoto, localizada em Mauá, é a representante de Magé no prêmio Professores do Brasil, promovido pelo Ministério da Educação. A unidade de ensino venceu com projeto 'Identidade em Ação', desenvolvido pela professora Regina Celi Sekula, voltado para os alunos do 5° ano. A proposta tem como objetivo despertar o gosto pela leitura através do conhecimento do patrimônio histórico e turístico do município, com destaque para a localidade de Guia de Pacobaíba, berço da escola selecionada e da primeira ferrovia do Brasil - que foi construída pelo empreendedor Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá -, inaugurada em 1854.

A mostra vai até o dia 20 de janeiro de 2018.

Entre peças de cerâmica contemporânea quem visita a exposição Serra da Capivara – Homem e Terra, inaugurada este mês no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Praça Tiradentes 71, Centro, Rio de Janeiro), encontra artefatos produzidos há 3.400 anos. A mostra reúne o trabalho de 32 mestres ceramistas e obras pré-históricas raras, nunca antes expostas, do Museu do Homem Americano, no Piauí. No espaço o visitante tem a chance de traçar uma imagem comparativa entre a arte em cerâmica produzida hoje na região e as peças pré-históricas, uma ponte entre o passado e o presente.