Retirada de lacres das bombas de combustíveis - que segundo foi dito à polícia foi feita pelo parlamentar - está sendo vista como crime de desobediência

Antes era apenas uma questão administrativa, depois virou caso de polícia e agora pode resultar em um processo de impeachment, caso fique provado ter sido mesmo o deputado estadual Renato Cozzolino Harb (foto), o responsável pela retirada dos lacres colocados nas bombas de combustíveis por agentes da Prefeitura de Magé durante uma ação da Operação Choque de Ordem, que, no dia 29 de dezembro, cassou o alvará de funcionamento e interditou o Posto Fragoso, do qual o parlamentar é um dos donos.

Segundo depoimento prestado 66ª Delegacia Policial pelo gerente do estabelecimento, os lacre foram rompidos pelo deputado por volta da meia noite (30 de dezembro). O parlamentar ainda não se pronunciou sobre o assunto.

De acordo com o Artigo 330 do Código Penal tipifica o crime de desobediência a desobediência a ordem legal de funcionário público, cuja pena é de detenção, de quinze dias a seis meses e multa. A nível de processo judicial é uma pena leve, mas a situação poderia se complicar se levada à Comissão de Ética da Assembleia Legislativa.

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