A cada R$ 1 investido pelo governo em saneamento básico outros R$ 4 são economizados na rede pública de atendimento médico

 

Neste domingo o Brasil celebra o Dia Nacional da Saúde, que tem o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da educação sanitária, despertando na população o valor da saúde. A data é oportuna também para lembrar da relação entre saúde e saneamento básico - área que ainda é um enorme desafio para o Brasil. No país, metade da população não tem acesso aos serviços de esgotamento sanitário, o que coloca milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade.

Médicos, sanitaristas e pesquisadores de diversas áreas já comprovaram que os investimentos em saneamento básico desempenham um papel fundamental no avanço da saúde pública. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a cada R$ 1 real investido, outros R$ 4 são economizados no sistema de saúde. "O déficit de saneamento é um dos fatores determinantes para a taxa de internação por diarreia, importante indicador de qualidade de vida e saúde", diz Sérgio Trentini, diretor da BRK, responsável pelos serviços de saneamento em Macaé e Rio das Ostras. “Por isso temos que investir na universalização dos serviços”.

Segundo estudo realizado pelo Trata Brasil, uma cidade saneada, ou seja, com acesso universal a água e esgoto, tem, em média, 17 internações por diarreia por ano para cada 100 mil habitantes. Já as cidades sem acesso a estes serviços, a média é de 111 internações para cada 100 mil habitantes.

Desde 2013, a BRK  trabalha para elevar os índices de saneamento do município, que contam hoje com mais de 66 quilômetros de rede de esgoto implantadas, 2 Estações de Tratamento de Esgoto e 72 Estações Elevatórias de Esgoto. "Em Macaé, vamos investir R$ 600 milhões nos próximos anos para universalizar o sistema e trazer mais qualidade de vida para a população", completa Sérgio.

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