Acusação é de sumiço de processos, alteração de documentos e falsificação de assinaturas de juízes e promotores de justiça

 

Ré em dezenas de processos cíveis e criminais, a ex-prefeita de Magé, Núbia Cozzolino, recebeu voz de prisão no Fórum da cidade quando participava de uma audiência. Ela teve prisão preventiva decretada sob acusação de comandar um esquema de falsificação de documentos e assinaturas de juízes e promotores nos processos  respondidos por ela e aliados. A prisão é resultado de uma investigação do Ministério Público do Estado, através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência órgão.

O MP passou o pente fino em 110 processos, a maioria deles envolvendo membros da família Cozzolino. Até agora foram presos três advogados, cujos nomes ainda não foram divulgados ainda. Segundo foi apurado, alguns processos teriam desaparecido e "alguns documentos foram substituídos, assinaturas de juízes e promotores foram falsificadas por uma organização criminosa comandada pela ex-prefeita".

Em um processo, por exemplo, o valor de R$ 1 milhão foi alterado para R$ 100 mil. A ex-prefeita alega ser inocente.

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