Ex-prefeita de Magé foi denunciada por fraude processual

O desembargador Henrique de Andrade Figueira, do Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, negou neste sábado o pedido de liberdade ou prisão domiciliar feito em favor da ex-prefeita de Magé, Núbia Cozzolino, presa desde a última quarta-feira (10). A defesa de Núbia alegou que ela precisaria de cuidados especiais, por estar acometida de câncer, ser diabética e ter problemas cardíacos. O pedido duplo foi apresentado pelo advogado Felipe Drumont. Núbia foi levada do Fórum de Magé para a Polinter, de lá para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio e, depois, para Bangu. 

A ex-prefeita foi presa quando prestava depoimento. Além dela tiveram prisão preventiva decretada os a advogado Marcos Motta Ramos, Michele Macedo Deluca Alves,  Bruno Augusto Duarte Lourenço e Aidê Raquel da Mata Soares Pacheco, que estão proibidos de advogar.

A acusação é de organização criminosa, falsificação de documento público – inclusive assinatura de juízes e promotores – uso de documento falso e ocultação de documentos públicos.

De acordo com o Ministério Público, em um dos escritórios do grupo foram encontrados processos originais da 1ª Vara Cível de Magé, documentos e até peças sigilosas.

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