...mas a tiraria de disputas eleitorais

 

Encarcerada no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio – agora com três decretos de prisão em processos diferentes –, várias ações na Justiça e acusada pelo MP de comandar um suposto esquema que teria sido montado para fraudar documentos e falsificar assinaturas em autos que tramitam na 1ª Vara Cível de Magé, a ex-prefeita Núbia Cozzolino poderá vir a ser beneficiada por um instrumento legal que lhe garantiria a condição de imputável, um processo de interdição. A possibilidade existe, estaria sendo cogitada, mas estaria esbarrando na própria Núbia, que não estaria concordando, por achar que terá o status de elegível já para as eleições municipais de 2020 e, uma vez interditada judicialmente, ela não poderá se candidatar futuramente...

Conforme o elizeupires.com informou na matéria "TRE quer MP avaliando possível interdição de ex-prefeita de Magé", veiculada no dia 26 de junho deste ano, ao negar a anulação de uma audiência realizada em março no fórum de Magé – da qual a ex-prefeita fora colocada para fora, por ter, segundo consta do processo, "se comportado mau e chegado a arrotar na cara dos presentes, incluindo o magistrado que a presidia" –, o desembargador Antônio Aurélio Abi Ramia propôs a extração de cópias dos autos para o Ministério Público, para que a Promotoria avaliasse a possibilidade de um eventual de processo de interdição contra ela.

A ex-prefeita tinha sido convocada para uma audiência no dia 8 de março deste ano em uma ação por compra de votos que tramita na 110ª Zona Eleitoral. Segundo foi relatado pelo juiz Felipe Carvalho Gonçalves da Silva em decisão interlocutória no processo 18-18.2018.6.19.0110, ela não se portou de forma condizente, negou-se a sentar na cadeira destinada a parte ré, não se manteve em silêncio, riu durante o depoimento de uma testemunha e soltou um arroto.

O primeiro decreto de prisão foi cumprido no dia 10 de outubro contra a ex-prefeita e os advogados José Marcos Ramos, Bruno Lourenção, Michele Deluca e Aidê Raquel. Foi cumprida no dia 10 de outubro. O segundo, divulgado no dia 24, foi para Núbia, José Marcos e Aidê. Agora surge o terceiro, também para a ex-prefeita, José Marcos Motta Ramos e Aidê Raquel da Mata Soares.

 

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Comentários  

0 #1 alexandre 31-10-2018 10:02
Porque o Juiz Não deu Voz de Prisão a Ela, já que ela não tem carteira de Maluca e Desrespeitou a sua autoridade, se fosse uma pessoa comum ele teria dado voz de prisão,
este Juiz e fraco.
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