Além do sequestro de bens e quebra dos sigilos fiscal e bancário

 

Em decisão tomada no final da tarde desta segunda-feira (26),  o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve a prisão preventiva, a quebra dos sigilos fiscal, bancário e o sequestro dos bens do ex-procurador-geral de Justiça do Rio, Cláudio Lopes, que está preso desde o último dia 8. A decisão atinge ainda o ex-secretário estadual de Governo, Wilson Carlos. Lopes, que ocupou o cargo de procurador duas vezes (de 2009 e 2012), está na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica.  Claudio foi citado na deleção do operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral no esquema de propinas investigado pelo Ministério Público Federal. Miranda revelou que, no fim de 2008, durante a campanha de Cláudio Lopes para procurador-geral, o então secretário de Governo Wilson Carlos Cabral, pediram que ele separasse R$ 300 mil para entregar a Cláudio Lopes, que depois teria passado a receber R$ 150 mil por mês.

 

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