Decisão foi tomada em recurso impetrado pela defesa de Flávio Bolsonaro

 

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, mandou o Ministério Público do Rio de Janeiro suspender procedimento investigatório criminal aberto para apurar  movimentações financeiras atípicas do ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL),  Fabrício Queiroz, e de outros assessores parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A decisão foi tomada da Reclamação de nº 32989, ajuizada pela defesa de Flávio Bolsonaro. Em nota divulgada nesta quinta-feira MP afirmou que "pelo fato de o procedimento tramitar sob absoluto sigilo", não se manifestará sobre o mérito da decisão. Em seu despacho Fux determina que o processo fique suspenso até que o relator da Reclamação, ministro Marco Aurélio Mello, se pronuncie.

O relatório sobre movimentações atípicas feitas por assessores parlamentares foi revelado jornal O Estado de São de São Paulo  em dezembro do ano passado. Ao todo, 75 assessores servidores são citados no documento, entre eles Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL).

De acordo com o documento, Queiroz fez  movimentação atípica de R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. O rastreamento da movimentação financeira  revelou que funcionários lotados no gabinete de Flávio Bolsonaro  repassavam valores equivalentes até 99% do salário que recebiam.

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