Odino defende a mesma ideia de Pezão, que propôs lei para por a faca no pescoço de Antonio Marcos

Presidente do Poder Legislativo defende aprovação de lei inconstitucional para deixar o próximo prefeito "amarrado" com os vereadores

“Nós somos fortes quando estamos juntos. Independente da luta do voto nós temos que fazer uma corrente e peitar Antonio Marcos antes das eleições. Se ele não quiser a gente não ajuda. Nós temos que estudar a possibilidade de deixar essa lei aprovada. Vamos arrumar um jeito de votar ela (...) com alguma modificação. Já vamos deixar o outro prefeito amarrado com a gente. Nós precisamos fazer isso”. Essas palavras são do presidente da Câmara de Vereadores de Casimiro de Abreu, Odino Miranda. É o trecho de uma conversa gravada por um membro da Casa. Antonio Marcos é o prefeito da cidade e a lei que Odino pretende aprovar é um instrumento inconstitucional que os membros do Legislativo tiraram do bolso do colete no ano passado para pressionar Antonio Marcos a negociar com eles, mas foi rejeitada em plenário. Pelo que evidencia a fala de Odino, o alvo é o governante a ser eleito no dia 2 de outubro, seja ele que for e de que partido seja. “Deixar ele amarrado com a gente”, em outras palavras, significar dizer ter ele nas mãos e dele fazer o que bem entender.

O café cultivado no Noroeste Fluminense ganhou lugar de destaque no mercado nacional (Foto:Divulgação)

Regiões produtoras estão representadas na Casa Brasil, no Bouelvard Olímpico


Quando falamos em esporte, a palavra “superação” vem à mente, de forma quase automática. Ao pensamos em “Jogos Paralímpicos”, o conceito é ainda mais intenso. O café do Noroeste Fluminense também é um belo exemplo de como é possível vencer as dificuldades. A tradicional região produtora do estado do Rio atravessou uma grande crise no século 19, mas após investimentos em tecnologia e programas de apoio à agricultura familiar, se reinventou e, graças ao seu café gourmet, vem conquistando lugar de destaque na mesa carioca. Junto a outras nove regiões produtoras de seis estados, o Noroeste Fluminense está em exposição em um workshop sobre cafés especiais na Casa Brasil, instalada no Píer Mauá, no Boulevard Olímpico. Durante a Olimpíada e Paraolimpíada Rio 2016, 22 empresas têm espaço garantido para mostrar o tipo de café que produzem, suas características de sabor, além, é claro, de oferecerem degustação da bebida para os visitantes. Na próxima sexta-feira os produtores Márcio Vargas, do município de Varre-Sai, e Suhail Majzoub, de Porciúncula, ambos do Noroeste e beneficiários do Programa Rio Rural, participarão do evento. “Para nós, é algo único. Não adianta produzirmos café de excelência e não termos como dizer isso ao nosso público. Queremos mostrar ao Brasil e ao mundo porque a nossa região é tão produtiva e sustentável também”, afirma Márcio Vargas.

Na gestão de Aluizio a limpeza pública custa mais caro, o que não significa dizer que o serviço ganhou qualidade

Tribunal de Contas suspende licitações e manda Prefeitura - que já pagou mais de R$ 230 milhões - corrigir editais

Quando o prefeito Aluizio dos Santos Júnior, o Dr. Aluizio, assumiu o governo o serviço de limpeza pública custava R$ 55 milhões por ano, preço já considerado elevado para um município que tem menos de 250 mil habitantes, pois Nova Iguaçu, por exemplo, com cerca de 900 mil moradores - incluindo os custos com o descarte naquela que é considerada a mais moderna central de tratamento de resíduos sólidos - não chega a gastar mais que R$ 45 milhões anuais. Talvez achando que o serviço estava barato demais, Aluizio elevou o custo para cerca de R$ 70 milhões nos anos seguintes e só não foi mais generoso agora porque o Tribunal de Contas do Estado barrou uma licitação marcada para o dia 19 de agosto, que aumentaria as despesas para cerca de R$ 84 milhões, embora, de acordo com moradores dos bairros periféricos, a coleta de lixo tem deixado muito a desejar nos últimos três anos.

Os últimos lotes de medicamentos foram distribuídos hoje para as unidades de atendimento

Unidades de atendimento médico poderão ser fechadas a qualquer momento

“Não temos mais medicamentos e correlatos para dispensar nos postos de saúde, emergência e Policlínica Itália Franco”. A afirmação foi feita agora a pouco pelo secretário municipal de Saúde de Japeri, Fabiano Brum. Segundo ele, o desabastecimento é inevitável e ocorre não por falta de dinheiro para as compras, pois recursos financeiros para isto existem. O problema, de acordo com a administração municipal, está na falta de verba, rubrica orçamentária para respaldar as despesas, problema que poderia ser resolvido com a aprovação do remanejamento, instrumento previsto lei, mas que a Câmara de Vereadores estaria se negando a colocar em pauta.

Os municípios de Magé e Guapimirim vão ser beneficiados com a chegada de empresas de médio e grande portes

Aceleramento das obras desperta interesse de empresas por Magé e Guapimirim

Anunciada há pelo menos duas décadas e retomada pela terceira vez, a duplicação da Estrada Magé-Manilha, um trecho de 25 quilômetros da BR-493, já começou a chamar a atenção de empreendedores, de empresas que querem garantias de um melhor escoamento de suas produções aproveitando o maior investimento viário da história da Baixada Fluminense, a construção do Arco Metropolitano, projetado para ligar o Complexo Petroquímico à Itaguai. O trecho é o único que falta para completar o projeto e tudo indica que as obras deverão estar concluídas no primeiro semestre de 2018, um atraso de mais de um ano em relação à previsão anterior, que era fevereiro de 2017, segundo foi anunciado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes em 2014.