Além de 408 quilômetros de atadura a Prefeitura queria comprar 2,9 milhões metros de papel higiênico mais de 4,6 milhões copos descartáveis

 

O consumo de materiais básicos como correlatos para o setor de saúde e produtos de limpeza, higiene e copos descartáveis nos setores públicos é considerado de difícil controle por membros de órgãos fiscalizadores como de difícil controle e tem sido recorrentes casos de editais no mínimo esquisitos lançados para estes tipos de fornecimentos. Os exageros nas quantidades de alguns itens tem levado o Tribunal de Contas do Estado a examinar com lupa tais procedimentos nos processos licitatórios abertos pelas prefeituras. O rigor levou o TCE a suspender, por exemplo, um pregão marcado para o dia 13 de março pelo município de Japeri, para adquirir, entre outras coisas, mais de 4,6 milhões de copos e 2,9 milhões de metros de papel higiênico, a um custo estimado em R$ 2.182.321,61.  O órgão apontou várias irregularidades e voltou a alertar para a não comprovação dos avisos em jornais de grande circulação.

Pedido feito à Justiça envolve o procurador-geral do município

 

Processado em várias situações pelo Ministério Público, o prefeito Aluizio dos Santos Junior, o Dr. Aluizio (foto), pode vir a ser afastado cautelarmente do cargo. Representação neste sentido foi feita pela 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva (núcleo de Macaé), que ajuizou ação civil pública contra ele e, procurador-geral do município, Augusto Cesar D’Almeida Salgado, por atos de improbidade administrativa. O MP alega na ação que desde 2015 tem expedido ofícios com pedido de informações para a instrução de mais de 20 inquéritos civis, mas não recebe resposta alguma.

Dois agentes políticos do interior fluminense foram condenados esta semana por ato de improbidade administrativa. Lívia Bello, prefeita de Araruama, e o deputado estadual eleito e ex-prefeito de Silva Jardim, Anderson Alexandre, foi denunciados à Justiça por terem nomeados parentes em cargos de confiança. Lívia empregou a própria mãe, Geovania Bello, como assessora de assuntos estratégicos, função que ninguém do governo sabe ao certo para que realmente serve. Anderson nomeou o irmão, Luiz Claudio Gimenes Ferreira, como coordenador antidrogas e, por conta disto teve os direitos políticos por três anos e terá de ressarcir os cofres da municipalidade dos valores pagos a Luiz.

Resultado de uma parceria com a direção do Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, equipes de órgãos de segurança das prefeituras de Nova Iguaçu, Nilópolis e São João de Meriti estão nas ruas numa campanha educacional para reduzir o número de acidentes de trânsito na Baixada Fluminense, um problema grave que acaba por sobrecarregar ainda mais o já superlotado HGNI. Ontem (5), por exemplo, foi o 'Dia D' da campanha 'SOS Hospital da Posse', com apoio dos governos municipais, agentes das polícias Militar, Civil, Rodoviária Federal e do Corpo de Bombeiros.

Presidente diz que "não está dando certo"

 

Depois de mais de três meses de trapalhadas, enfim o ministro da Educação deverá ser exonerado na próxima segunda-feira. A última tentativa feita pelo colombiano naturalizado brasileiro Ricardo Vélez para manter-se no cargo  aconteceu está semana, quando ele prometeu revisar os livros de história para negar que houve um golpe militar em 1964 e que o pais não viveu 20 anos de ditadura, com direito a tortura e assassinatos. O anúncio da revisão não agradou os militares e deixou Vélez em situação ainda mais delicada. Nesta sexta-feira (5), o presidente Jair Bolsonaro indicou que a saída do ministro pode acontecer no primeiro dia útil da próxima semana. "Está bastante claro que não está dando certo. Ele é bacana e honesto, mas está faltando gestão, que é coisa importantíssima", disse Bolsonaro  em um café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.