E convoca a ambientalistas e representantes de vários órgãos

 

O Ministério Público Federal (MPF) em São Pedro da Aldeia pediu uma verificação in loco das condições de segurança na Barragem de Juturnaíba por representantes da Prolagos, INEA, Agência Nacional de Águas (ANA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) da Área de Proteção Ambiental (APA) da Bacia do Rio São João. 

 

Duas empresas contratadas via adesão de atas apontadas como irregular pelo Tribunal de Contas da União receberam R$ 11,4 milhões

 

Quem, a partir da última segunda-feira (28/1), buscou pelos pagamentos feitos às empresas Kademed Medicamentos e Avante Brasil Comércio, titulares dos contratos 35/2016 e 14-A/2017, firmados a partir de adesões de ata – segundo o Tribunal de Contas da União, sem a devida autorização dos municípios de origem dos pregões – não mais os encontrou no site oficial da Prefeitura de Magé, que com esses contratos gastou R$ 11,4 milhões. Coincidentemente tais informações sumiram do portal após a veiculação da matéria TCU aponta irregularidades em compra de remédios em Magé, mas estão disponíveis aqui e podem ser conferidas: são valores que somados chegam a exatos R$ 11.437.259,31.

Denúncia é por superfaturamento de cestas natalinas

 

Dois ex-presidentes da Câmara de Vereadores de Rio das Flores, pequeno município do interior fluminense, foram denunciados a Justiça por improbidade administrativa. O Ministério Público, através da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva (Núcleo de Barra do Piraí), ajuizou ação civil pública com pedido de ressarcimento dos danos ao erário público, contra Aderly Valente Da Silva Júnior, o Jaburu, e Carlos Augusto De Castro Laranja. O processo é resultado de investigações sobre compras de cestas natalinas superfaturadas. O inquérito apontou realização de contratos irregulares para compra de alimentos e materiais de limpeza superfaturados para a Câmara. Todos os produtos foram fornecidos pelo mesmo empresário individual contratado, a Henrique Santos França. Isto ocorreu entre março de 2013 a março de 2015, período em que  os denunciados desempenharam a função de presidente da Câmara.

O terminal da Companhia Vale do Rio Doce teve seu terminal em Mangaratiba interditado na fazer uma inspeção em mais de 15 itens que deveriam ser cumpridos e encontrou diversas irregularidades. Além de interditar o terminal que está localizado na Ilha de Guaíba, a secretaria multou a empresa em R$ 20 milhões. A autuação contou com a presença de engenheiros ambientais, engenheiros químicos, técnicos do trabalho, biólogos, Polícia Militar, Guarda Municipal, e com a presença do refeito da cidade, Alan Costa.

É Nova Iguaçu que fica com a responsabilidade e o ônus de sediar o maior hospital da região, que atende a 15 municípios e mais as remoções feitas pela Concessionária Nova Dutra, que administra o extenso corredor da Rodovia Presidente Dutra. Não importa se o acidentado ralou apenas o joelho ou se a vitima está em estado grave. É para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, que todos são levados.