Ao contrário do que a Secretaria Municipal de Saúde de Magé afirmou em nota oficial divulgada nesta quarta-feira (30) - na tentativa de desqualificar matérias veiculadas com dados sobre irregularidades verificadas pelo Tribunal de Contas da União em compras de medicamentos feitas através de adesão de atas que, segundo o TCU não teriam sido autorizadas -, o relatório de auditoria não é do ano de 2015. Foi votado no dia 20 de junho de 2018. O documento está disponível aqui. Baixem, leiam com atenção e constatem onde está a verdade, pois as adesões de atas em favor de duas empresas apontadas no relatório geraram pagamentos de cerca de R$ 11,8 milhões através dos contratos 35/2016 e 14-A/2017.

Titular do maior contrato firmado para essa finalidade no ano passado, a empresa M4X Comércio e Serviços é hoje uma grande fornecedora de medicamentos e correlatos para a Prefeitura de Magé, dividindo atualmente o mercado local com a Sogamax e Fast Rio. Contratada sem licitação em setembro de 2017 por R$ 1.378.902,00 para fornecer bolsas coletoras destinadas a pacientes ostomizados, a M4X ganhou mais um contrato no dia 23 de janeiro de 2018,  no valor global de R$ 13.557.621,36 e este poderá ser renovado, mas há um detalhe: ela também está no relatório da auditoria do Tribunal de Contas da União, que apontou irregularidades na compra de remédios com recursos repassados pelo governo federal. Ao todo a gestão do prefeito Rafael Santos de Souza, o Rafael Tubarão firmou contratos para compra de remédios e correlatos que somam cerca de R$ 37 milhões.

Governador Wilson Witzel chegou a criticar "pressa" na lei da vistoria

 

O Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro (Detran-RJ) já está cumprindo a determinação judicial de suspender o pagamento cumulativo das taxas referentes aos serviços de licenciamento anual e de emissão do Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV) no estado. Com isso, a taxa que vinha sendo cobrada caiu de R$ 202 para R$ 144.

Quase um ano depois da primeira matéria do elizeupires.com sobre a precariedade dos ônibus escolares que já custaram cerca de R$ 4 milhões aos cofres da Prefeitura de Japeri, o Tribunal de Contas do Estado determinou que o município não renove o contrato com a empresa JL Transporte e Construção firmado para o transporte dos alunos da rede municipal de ensino. a decisão foi tomada depois de uma auditoria feita pelo órgão, que também realizou uma vistoria na frota de 12 veículos velhos, vários deles com documentação atrasada há vários anos.

No dia 29 de novembro do ano passado, diante da matéria Licitação do lixo continua "dormindo" na gaveta em Itatiaia, o prefeito Eduardo Guedes da Silva, o Dudu (foto), teria rido antes de dizer que já tinham sido cumpridas as exigências do Tribunal de Contas do Estado e que o edital da concorrência seria publicado imediatamente, mas até ontem (28), não havia sido disponibilizado nenhum aviso de licitação para o serviço de coleta de lixo. Diante disso quem deve estar rindo, e muito, são os controladores da Rio Zim Ambiental, empesa que vai continuar faturando no município sem precisar vencer um processo licitatório. Em 2018, por exemplo, a empresa – sucessora da Locanty e da Própria Ambiental na cidade, firmas de um mesmo núcleo familiar –, recebeu 24 transferências no total de R$ 6,4 milhões...