Processadora de biogás opera no aterro do Jardim Gramacho

 

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou a empresa Gás Verde, responsável pelo processamento do biogás gerado com o lixo no aterro de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. De acordo com pescadores da região, haveria tubulações gigantescas do aterro direto ao leito d’água, sendo uma vala com dezenas de metros, camuflada por plantas na margem, com despejo de chorume. O MPF quer a condenação da empresa pelas práticas do crime previsto no artigo 54, §2º V, e §3º, da Lei nº 9.605/98, ou seja, crime ambiental por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos.

Perdas salariais estavam acumuladas desde 2016

 

O contracheque do mês de junho dos servidores municipais de Mangaratiba virão com um reajuste de 15%. O aumento garantido pela Lei 1.204/2019 foi sancionado pelo prefeito Alan Campos da Costa, o Alan Bombeiro, depois de aprovação de mensagem do Executivo aprovada pela Câmara de Vereadores. Segundo o prefeito, o reajuste visa compensar as perdas salariais acumuladas desde 2016.

Esquema funciona na superintendência do órgão

 

A Operação Tergiversação, deflagrada hoje (10) pelo Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), desarticulou uma organização que mantinha um esquema de cobrança de propina de investigados em inquéritos policiais. Os crimes eram coordenados de dentro da própria Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro. De acordo com o MPF, a operação envolveu seis mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária e 25 mandados de busca e apreensão. O esquema tinha a participação de policiais federais e empresários.

Um mês e 11 dias após ter obtido na Justiça o afastamento cautelar do prefeito Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, o Ministério Público, com apoio da Polícia Civil, fez uma nova operação de busca e apreensão na Prefeitura de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Os alvos desta terça-feira (11) são os processos licitatórios e contratos envolvendo a empresa ENG Rio Elétrica, Automação e Serviço que, segundo o MP, tem como sócio um cunhado do ex-secretário de Obras Bruno de Oliveira Paes Leme Pires.

"Registro de preços com a finalidade de futuras e eventuais locações de máquinas pesadas e/ou veículos, incluindo operadores, combustível e transporte". Assim está definido o objeto de uma licitação de mais de R$ 4 milhões realizada em maio pela Prefeitura de Japeri, com direito a não disponibilização do edital no site da Prefeitura e tudo, o que só veio ocorrer depois de passada a data inicialmente definida para apresentação das propostas. Agora, o que se constata é que a empresa declarada vencedora, pelo que está no conforme o cadastro junto à Receita Federal, tem entre suas atividades econômicas – ao contrário da prestadora de serviço anterior – a locação dos tais equipamentos, mas não os condutores exigidos no edital.