Com inelegibilidade vencida Marquinho Mendes está apto a concorrer no pleito suplementar

A situação do prefeito de Cabo Frio, Marcos da Rocha Mendes, o Marquinho Mendes (foto) é semelhante a do prefeito de Rio das Ostras, Carlos Augusto Balthazar. Na interpretação de especialistas no assunto ele está livre para concorrer no pleito a ser marcado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, desde ontem autorizado a escolher a data, uma vez que o Tribunal Superior Eleitoral confirmou na sessão de terça-feira (24), a decisão que cassou o registro de candidatura de Marquinho e o consequente diploma.

Decisão foi em processo sobre gasto de  R$1,2 milhão com Bienal do Livro

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) informou ontem (24) que foi mantida a indisponibilidade de bens do senador Lindbergh Farias (PT) e da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. A decisão, da última quarta-feira (18), ocorre em processo por irregularidades em um convênio firmado pelo município de Nova Iguaçu (RJ) para realizar a Bienal do Livro em 2005. Na época, Lindbergh era prefeito da cidade. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), houve desvio de finalidade na celebração do convênio e violação aos princípios da moralidade administrativa e da impessoalidade. A contratação, ao valor de R$1,2 milhão, ocorreu com dispensa de licitação.

Esquenta será em localidades de Nova Iguaçu no dia 12 de maio

Pré-candidato do PRP ao governo fluminense, o ex-governador Anthony Garotinho vai abrir sua agenda de visitas às cidades no dia 12 de maio, começando por Nova Iguaçu, onde pretende fazer quadro grandes encontros. Vai passar pelas localidades de Miguel Couto e Austin. Depois seguirá pelo corredor da Estrada de Madureira e encerra no centro de Nova Iguaçu. Apesar de ter optado por uma legenda nanica, Garotinho costurou uma aliança que pode garantir uma boa bancada federal e um bloco significativo na Assembleia Legislativa. A coligação vai juntar PRB, PROS, PPL e Patriota.

Parlamentares arquivaram CPIs e alguns até retiraram assinaturas dos requerimentos

O esquema de corrupção montado na Assembleia Legislativa na gestão de Picciani para proteger os interesses das empresas de ônibus que operam no estado do Rio de Janeiro, poderia ter sido abortado se os membros da Casa cumprissem como seus deveres. Em fevereiro foi anunciada a instalação de uma CPI para apurar a relação promíscua entre o poder fiscalizador e a Fetransport. Isso aconteceu com pelo menos 15 anos de atraso sete meses após a apresentação do requerimento de abertura da comissão, documento do qual seis dos 27 deputados que o haviam assinado, retiraram assinatura logo depois. Isso aconteceu em agosto de 2017 ano e os parlamentares que ‘amarelaram’ são Luiz Martins, Janio Mendes, Jorge Felipe Neto, Márcia Jeovani, Milton Rangel e Zaqueu Teixeira. De acordo com o que já foi apurado pelo MPF, o esquema de proteção às empresas teria rendido R$ 131 milhões em propinas, total que teria sido pago aos ex-presidentes da Alerj, Jorge Picciani e Paulo Melo.

Decisão atinge ainda ex-secretária de Educação e quatro empresas

O juiz Rafael Azevedo Ribeiro Alves, da Vara Única de Casimiro de Abreu, decretou a indisponibilidade dos bens do ex-prefeito Antonio Marcos Lemos (foto) para garantir o ressarcimento dos cofres públicos caso ele seja condenado em ação de improbidade administrativa por compra superfaturada de gêneros alimentícios para a merenda escolar, movida pelo Ministério Público, através da 1ª Promotoria de Tutela Coletiva, núcleo de Macaé. O bloqueio deferido contra o ex-prefeito foi fixado no valor de R$ 717.213,95.