...mas a corte suprema da Justiça Eleitoral vem mantendo a perda dos mandatos

 

Além do fato de estarem localizados na mesma região, o Noroeste do estado do Rio de Janeiro e seus prefeitos terem sido cassados por motivos semelhantes – contratação de pessoal em período vedado pela legislação – os municípios de Aperibé e Laje do Muriaé tem em comum a insistência dos governantes destronados em brigar pelos cargos dos quais a Justiça Eleitoral entende que eles devem de manter distantes. Flávio Diniz Berriel foi substituído na semana passada pelo vereador Virley Gonçalves, que vai governar a cidade até a escolha de um novo gestor, em votação suplementar ainda a ser marcada. Rivelino Bueno, que foi substituído no dia 17 de maio por Carlos José de Freitas, assim como Verli presidente licenciado da Câmara Municipal, perdeu a última cartada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde sua ação cautelar foi arquivada no dia 4 deste mês.

Dezoito, como Flávio Diniz é mais conhecido na região, resistiu até o último momento. Fez de tudo para não perder a cadeira. Mesmo perdendo tudo por unanimidade no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), ele ainda tentou um embargo e este foi detonado. Agora Berriel está apelando ao TSE, sua ação tem como relator o ministro Luis Roberto Barroso e quem acompanha os casos de cassação de perto sabe que ultimamente os ministros do Tribunal Superior Eleitoral não tem concedido nenhuma decisão para segurar mandatos de prefeitos pegos pelo pé durante as campanhas.

Além de Aperibé e Laje do Muriaé, o TRE vai marcar eleições suplementares em Mangaratiba, Paraty e Iguaba Grande, cidades que também tiveram seus prefeitos cassados em processos eleitorais. 

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