... e que o partido dele é o estado do Rio de Janeiro

 

"Vossa excelência tem sido parceiro. Tenho certeza que continuará sendo parceiro do governo. Nosso partido é o estado do Rio de Janeiro". Dirigidas nesta segunda-feira (7) ao deputado André Ceciliano, as palavras do governador Wilson Witzel (PSC) soaram como um afago ao presidente em exercício da Assembleia Legislativa e candidato a titular do cargo no biênio 2019-2010. A fala "nosso partido é o estado do Rio de Janeiro" ecoou como recado indireto aos integrantes da bancada do PSL, eleita no embalo do presidente Jair Bolsonaro, mas que se acha com um cacife eleitoral e tanto. O "afago" aconteceu um dia após o senador eleito Flavio Bolsonaro ter sido fotografado junto com os 11 parlamentares eleito pela legenda e anunciar a articulação de uma chapa para enfrentar Ceciliano. Quem entende do riscado aconselha os meninos do PSL a falarem menos e observar mais para aprenderem que o nome de um partido não significa nada em política.

"Quero agradecer a presença do deputado André Ceciliano, presidente em exercício da Alerj, que tem sido um grande interlocutor durante o período da transição. Agradeço muito todos os momentos em que vossa excelência esteve disposto a nos receber durante a transição, para vencer os desafios daquele momento de aprovação do orçamento e do fundo de combate a pobreza. Vossa excelência tem sido parceiro, e tenho certeza que continuará sendo parceiro do governo. Nosso partido é o estado do Rio de Janeiro", disse o governador durante a solenidade de posse do como o novo defensor público-geral do estado, Rodrigo Pacheco.

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