Marcilene Xavier responde por fraude em ata de convenção partidária

 

Afastada do mandato desde o dia 14 de dezembro, a vereadora Marcilene Mendonça Xavier (foto) teve a prisão preventiva decretada pela juíza da 63ª Zona Eleitoral, Daniella Correia da Silva. Em dezembro a magistrada determinou as prisões de Thais Gabardo, assessora de gabinete da Prefeitura e Aline Cristina Garcia, chefe de gabinete da presidência da Câmara de Vereadores, no mesmo processo, resultado de uma ação ajuizada pelo Ministério Público por fraude em atas de convenções partidárias, nas quais foram escolhidos candidatos a vereador pela coligação que apoiou Wanderson Gimenes Alexandre, o Anderson Alexandre, prefeito reeleito em 2016, que está preso desde o dia 3 de novembro, sob a acusação de comandar um suposto esquema de corrupção e fraude em licitações.

Marcilene é o segundo membro da Câmara de Vereadores de Silva Jardim preso em menos de dois meses. O presidente da Casa, Roni Pereira da Silva, foi preso junto com o ex-prefeito e teve mais um segundo decreto de prisão emitido pela Justiça.

No inquérito que resultou no decreto de prisão de Marcilene, no dia 9 de dezembro de 2016, sob o comando do promotor Marcelo Arsênio, o Ministério Público realizou uma operação de busca e apreensão em vários endereços. No mesmo dia foram cumpridos 11 mandatos de condução coercitiva contra vereadores e candidatos não eleitos, todos de partidos que formaram uma aliança em apoio à reeleição do prefeito Anderson Alexandre.

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