Termo foi assinado na cadeia

 

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 7ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania, ajuizou, nesta quarta (27/03), ação civil pública com pedido de tutela de urgência antecipada contra a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A ACP tem como objetivo anular decisão da mesa diretora da Alerj que, em reunião ordinária em 21 de março, resolveu, na pessoa de seu presidente, o deputado André Ciciliano, dar posse aos candidatos eleitos Marcus Vinícius, Luiz Martins, Marcos Abrahão, André Correa e Chiquinho da Mangueira fora da sede da casa legislativa, já que os mesmos se encontram custodiados preventivamente. No caso de Chiquinho, em função de problema de saúde, a prisão preventiva foi substituída por domiciliar, com monitoramento eletrônico. 

Sem os devidos comprovantes de despesas como compra de passagens, cartões de embarque e faturas de hotéis onde vereadores e servidores supostamente teriam ficado hospedados, a Câmara de Nilópolis, na Baixada Fluminense, gastou, em dois anos, R$ 6.821.520,00 em viagens para participação em cursos.

Dr. Aluízio nomeou irmão de vereador como secretário adjunto

 

"Nadando em dinheiro" – a crise não afetou em nada a administração municipal –, a Prefeitura de Macaé, comandada pelo médico Aluízio dos Santos Junior (foto), tem sido alvo constante de denúncias de nepotismo e sobre a existência de servidores fantasmas, gente muito viva que receberia salário sem trabalhar. Nesta segunda-feira (25) o Ministério Público divulgou que foi ajuizada mais uma ação por ato de improbidade administrativa contra o prefeito, está tendo também como denunciado o vereador Nilton Cesar Moreira e o secretário municipal adjunto de saneamento Ricardo Moreira, irmão do parlamentar. O processo é resultado de uma investigação do núcleo local da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva.

... e quatro nomes são citados nos ambientes políticos da cidade

 

Passados dois anos, dois meses e 24 dias desde a posse do governo eleito em outubro de 2016, Japeri, município mais pobre da Baixada Fluminense, encontra-se parado no tempo. O prefeito escolhido com apenas 611 votos de diferença para o segundo colocado está preso. A gestão ou o que deveria ser uma gestão, vem sendo feita pelo vice que há quase oito meses no cargo ainda não disse a que veio. Porém, atraso e má administração a parte, internamente o tabuleiro do jogo político já está sendo movimentado. O que se comenta nos corredores do poder é que há pelo menos quatro interessados piscando os olhinhos para a Prefeitura: o ex-prefeito Ivaldo Barbosa dos Santos, o Timor, o vereador Helder Pedro, o ex-vereador Jonas Cruz e a vereadora licenciada e secretária de Educação Roberta Bailune. Quanto ao prefeito em exercício nada se comenta além de que o seu desempenho no governo desabonaria qualquer tentativa eleitoral.

Tendência é por uma eleição suplementar

 

O prefeito de Paraty, Carlos José Gama Miranda, o Casé (foto), foi derrotado nesta quinta-feira (21) pela segunda vez no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, com a manutenção de uma condenação por abuso de poder político, o que lhe tira o mandato e o torna ilegível por oito ano pelo menos. Casé venceu a eleição de 2016 com uma diferença de apenas cinco votos sobre o ex-prefeito José Carlos Porto Neto, o Zezé, representado no processo julgado hoje por um dos advogados mais conceituados em Direito Eleitoral, André Marques. O político foi denunciado por distribuir títulos de propriedade de imóveis, cartão de alimentação e realização de obras em terreno particular. “A expectativa agora é pelo julgamento dos embargos para o cumprimento da decisão, com a designação de eleições suplementares”, explica o advogado.