Hospital de Guapimirim agora funciona com duas emergências
Magé tem representante no prêmio Professores do Brasil
Saúde de Nova Iguaçu não divulga contrato de terceirizada
Barra Mansa não pode mais obrigar alunos a rezar o Pai Nosso
Contas públicas de Magé não batem
Rechuan cumpriu dois mandatos consecutivos e alguns lideranças locais dizem que os tempos eram melhores

TCE aponta déficit financeiro de mais de R$ 4 milhões nas contas de Rechuan Junior

Ao que tudo indica, o ex-prefeito José Rechuan Junior (foto) gastou no ano passado mais do que o município arrecadou no período. Pelo menos foi isto que o Tribunal de Contas do Estado constatou ao analisar a prestação de contas da Prefeitura de Resende referente ao exercício de 2016. As contas foram julgadas hoje (17) no plenário do TCE e receberam parecer prévio contrário. A Corte apontou um déficit financeiro de R$ 4.166.899,26. A análise final será feita pela Câmara de Vereadores.

O estado é laico, mas parece que o secretário municipal de Educação se esqueceu disto. Tanto que Justiça teve de lembrá-lo

O juiz Antônio Augusto Gonçalves Balieiro Diniz, titular da 4ª Vara Cível da Comarca local, determinou nessa terça-feira (17), que Vantoil de Souza Júnior, secretário de Educação de Barra Mansa, cidade do Sul Fluminense,  suspenda a ordem de serviço através da qual obrigava os alunos da rede municipal de ensino a entoarem a oração Pai Nosso, diariamente, antes do início das aulas. O magistrado cita em sua decisão que a revogação tem de ser feita em 24 horas, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil. Para o juiz a obrigatoriedade não encontra respaldo "nos princípios da laicidade, tolerância e liberdade religiosa".

Contratos emergenciais eram alvos de ativista assassinado na cidade

Os tiros que ceifaram a vida do ativista político David Camilo de Oliveira – assassinado na madrugada da última sexta-feira (13), em Seropédica – silenciaram uma voz combativa e derrubaram um cidadão de bem, que vinha fazendo uma ação fiscalizadora contra a administração do prefeito Anabal de Souza (foto), questionando a falta de transparência nos gastos públicos e as seguidas dispensas de licitação que já comprometeram pelo menos R$ 15 milhões, mas não impedirão que denúncias sejam apuradas. Muito pelo contrário, pois uma verdadeira devassa deverá ser feita nos contratos emergenciais, principalmente nas despesas feitas com recursos destinados aos setores de Saúde e Educação. Até ontem a polícia não havia se pronunciado sobre possíveis suspeitos ou motivação, mas vários setores da sociedade organizada prometem acompanhar o caso de perto para que os responsáveis não fiquem impunes.

Prime firmou contratos com os setores de Saúde e Educação que somam R$ 24 milhões

De acordo com o sistema que registra as despesas quitadas pela Prefeitura de Nova Iguaçu, de abril até o último dia 10 a Prime Administração e Serviços – que fornece pessoal para os serviços de portaria e limpeza para as secretarias de Educação e Saúde – recebeu 16 pagamentos, mas, segundo alguns trabalhadores recrutados por ela, os salários vem sendo pagos com atraso e quando reclamam são informados na base de Nova Iguaçu, que a solução depende do escritório sede, que fica no município de Paraíba do Sul. A empresa acumula duas advertências publicadas em diário oficial pela Secretaria de Educação, mas mesmo assim teve os contratos firmados sem licitação renovados recentemente pelo prefeito Rogério Lisboa,que insiste em alegar situação de emergência para fazer contratos sem licitação.

Josias Quintal poderá formar a chapa do DEM para o governo estadual

Reunindo apoio no Norte e Noroeste fluminense, o prefeito de Santo Antonio de Pádua, Josias Quintal é hoje o nome de consenso no interior do estado para compor, como candidato a vice-governador, a chapa do hoje presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Com trânsito livre entre os prefeitos, Quintal lidera um bloco importante exatamente onde o ex-governador Anthony Garotinho é forte, o que pode causar a divisão dos votos nas duas regiões, cujos municípios precisam de uma participação maior a nível de governo estadual, para abrir novas frentes de desenvolvimento econômico e social.