Rio das Ostras implanta o Orçamento Participativo Jovem
Empresa do ''apagão'' fatura em Friburgo sem licitação
18.5 seria a senha para a omissão em Nova Iguaçu
Casimiro de Abreu gasta cerca de R$ 1,3 milhão com servidores de fora
Compra de votos pode ter feito a diferença em Aperibé
Gelsinho saiu devendo três meses de salário aos servidores, mas tratou de garantir o da Coopsege

Mesquita ampliou gastos com pessoal em 2014 e manteve vínculos na campanha de 2016

Durante os quatro anos da gestão do prefeito Rogelson Sanches Fontoura, o Gelsinho Guerreiro, o município de Mesquita gastou mais de R$ 300 milhões com a contratação de mão de obra através de cooperativas supostamente de trabalhadores, mas que funcionam como empresas de prestação de serviços, instituições que chegam a receber por funcionário até três vezes mais que o efetivamente pago aos contratados. A instituição que mais dinheiro recebeu dos cofres públicos de Mesquita é Coopsege, sucessora da Multiprof, que faturou cerca de R$ 200 milhões no período, sendo R$ 23 milhões nos últimos três meses de 2016, mas saiu sem pagar os vencimentos de outubro, novembro e dezembro, deixando revoltados os que realmente trabalharam, repetindo o calote dado por outra cooperativa, a Renacoop, que embolsou R$ 2 milhões no fim do ano e também deixou seus contratados a zero.

José Luiz Alves Antunes optou por não fazer licitação para a tal "gestão informatizada" que aumenta os custos

E nem precisou de participar de uma licitação para isso

A empresa Compillar Entretenimento Prestadora de Serviço, cujos representantes foram presos na semana passada na Operação "Apagão" realizada pelo Ministério Público e indiciados por organização criminosa sob acusação de fraude no município de São Gonçalo – junto com o ex-prefeito Nailton Mulim e outros ex-membros do governo – recebeu, no primeiro semestre, R$ 425.678,70 dos cofres da Prefeitura de Rio Bonito e deverá embolsar mais R$ 574.231,70, pois o valor estimado pela Secretaria de Obras para cinco meses é de R$ 1 milhão, conforme consta do Processo Administrativo 966/2017, mesmo sem ter participado de um processo licitatório.

Na cara Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu nada é feito para fiscalizar os atos da administração municipal

Vereadores fecham os olhos para as "emergências" da Prefeitura e ainda aplaudem

Ao que tudo indica o prefeito Rogério Lisboa (PR) vai cumprir os quatro anos de mandato sem ter qualquer problema com a Câmara de Vereadores, onde, apesar das "derrapadas" de sua administração, é aplaudido pela ampla maioria dos membros da Casa, que se mostra satisfeita com uma situação que só não incomoda mesmo aos que não podem e ou não querem ver e ouvir. Na cara dos "nobres representantes do povo" o governo tem abusado dos contratos sem licitação e cometeu uma irregularidade sem precedentes na história da administração municipal: renovou, por termo aditivo, um contrato de publicidade, quando isso não podia mais ter sido feito, uma vez que havia ocorrido seis renovações do mesmo contrato e o certo seria abrir um processo licitatório. Assim sendo, diante do omisso Poder Legislativo, a Agência Nacional de Propaganda, que teria entre seus diretores Fausto Severo Trindade - o todo poderoso de Nova Iguaçu na gestão do prefeito Lindberg Farias -, vai receber dos cofres da municipalidade mais R$ 5 milhões.

Sociedade quer a abertura da caixa-preta dos cargos comissionados na administração municipal

Quantos são, quanto custam aos cofres públicos, onde estão lotados e o que realmente fazem. São informações como essas que a sociedade gostaria de saber sobre os ocupantes de cargos comissionados, dados que a administração municipal da pequena Porto Real, cidade de cerca de 20 mil habitantes do Sul Fluminense, vem mantendo em segredo há anos e o que não se questionava antes está sendo cobrado agora do prefeito Ailton Marques (foto), vice que assumiu a prefeitura no último dia 29 de julho, por determinação da Justiça – um dia antes do falecimento do prefeito Jorge Serfiotis, diagnosticado com um câncer de pulmão no ano passado.

Meta é fazer uma bancada com seis parlamentares na Alerj e com quatro federais

Presidido no Rio pelo ex-prefeito de São João de Meriti Sandro Matos, o Partido Humanista da Solidariedade (PHS) está se preparando paras as eleições de 2018, organizando a nominata da legenda com vistas à disputa de vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara de Deputados. Segundo Sandro Matos, o PHS está trabalhando com a meta de eleger seis deputados estaduais e quatro federais. O partido passou por uma reformulação no estado a partir de 2015, quando o então prefeito de Meriti deixou o PDT para assumir a presidência regional da legenda, que foi a que mais cresceu no território fluminense no ano passado.