''Trem da alegria'' apita em Macaé
Pobreza de Japeri não envergonha os ''donos'' do poder
Farmácia localizada a 240 quilômetros recebeu R$ 6,4 milhões por fornecimento de remédios a pacientes de Silva Jardim
Prefeito de Resende se comporta como quem está a algumas voltas de vantagem sobre o considerado principal adversário
Descoberta de brasileiros pode mudar a história da humanidade

MP apurou que chefe de gabinete de receber por "carga horária efetivamente não cumprida"

 

O juízo da Vara Única de Itatiaia, município do Sul do estado do Rio de janeiro, determinou o bloqueio dos bens do vereador Vander Leite Gomes (foto), denunciado pelo Ministério Público por improbidade administrativa junto com o ex-assessor Cézar Augusto Carneiro Stagi. De acordo com o que foi apurado pelo por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva (Núcleo Resende), Cezar foi chefe do gabinete de Vander quando esse presidiu a Câmara de Vereadores, mas o assessor tinha ocupações paralelas e não comparecia regularmente à Casa, "causando danos ao erário municipal". O bloqueio, que também atinge o ex-assessor, vai até ao total de R$ 153.221,50.

No Portal da Transparência da Prefeitura de Silva Jardim – uma pequena cidade do interior do estado do Rio de Janeiro – não há nenhum ata de registros de preços com nomes, especificações, quantidade ou valores dos medicamentos de uso contínuo, aqueles que, por força de lei e garantia por decisão judicial, o poder público é obrigado a fornecer a pacientes crônicos, por exemplo, mas o município já pagou por eles R$ 6,4 milhões (confira aqui) a uma farmácia, cujo CNPJ aponta para um ponto comercial localizado a 240 quilômetros, a Farmácia Amaral de Itaocara, no Noroeste Fluminense, embora uma das justificativas para as compras em drogaria seja a entrega imediata.  

Correção incide sobre o vencimento de junho

 

Os profissionais da rede municipal de ensino de Nilópolis receberam o mês de junho com reajuste salarial de 10%, índice definido a partir de um estudo de impacto financeiro feito pelas secretarias de Educação, Administração e o Instituto de Previdência dos Servidores do Município. "A Prefeitura fez um ajuste de contas para garantir o que é de direito. Os profissionais de magistério não vinham sofrendo reajuste anual, e o prefeito buscou de maneira integrada com o setor financeiro para garantir isonomia salarial justa para os professores", disse a secretária de Educação, Flávia Duarte.

Sem mandato eletivo desde 2008, quando perdeu por cerca de mil votos a tentativa de se reeleger prefeito de Resende durante o pleito eleitoral daquele ano, o ex-prefeito Silvio de Carvalho deverá permanecer por mais três anos, pelo menos,  fora das "partidas eleitorais". É o que decidiu por unanimidade os desembargadores da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ao suspender os direitos políticos de Silvinho, como é conhecido na cidade do Sul Fluminense.  O gancho, que também proíbe o ex-prefeito de celebrar contratos com o serviço público por três anos, está sendo considerado um balde de água fria já que o ex-prefeito teria pretensões de se candidatar a vereador em 2020, segundo as rodas de conversa da cidade.

Uma suposta visita da Promotoria de Justiça de Resende na manhã desta sexta-feira (12) estaria balançando a já conturbada estrutura do mandato do prefeito Diogo Balieiro Diniz. Fontes do governo municipal garantem que o Ministério Público intimou o o governo a exonerar cerca de 150 comissionados. Até o momento desta edição, não havia confirmação se a suposta degola nos CC de Balieiro estaria relacionada a denúncias junto ao MP em razão do não chamamento de alguns aprovados no concurso público de 2016, que estariam "na geladeira" e com suas funções sendo exercidas pelos cargos comissionados do prefeito.