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Os preços de varejo da insulina vendida na rede Pacheco são menores que os aceitos pela Prefeitura de Miracema

A rede de drogarias Pacheco está oferecendo o produto a R$ 270,98 enquanto a Ata de Registro de Preços da Prefeitura estabelece o valor de R$ 373, quase R$ 100 a mais

Quem procurou ontem (20) por Insulina Lantus no site da rede de drogarias Pacheco encontrou o produto que auxilia no tratamento de diabetes ao preço de R$ 270,98, R$ 99,02 a menos que o listado na Ata de Registro de Preços 024/2018, homologada pela Prefeitura de Miracema em favor da empresa Primus Pharma, localizada em Santo Antonio de Pádua. Essa é a segunda ata referente ao pregão aberto através do Edital 017/2018 a apresentar itens com preços no atacado superiores aos de varejo. Ao todo são quatro registros de preços e os outros dois ainda estão sendo analisados para comparação dos valores. Na quarta-feira (18) o elizeupires.com veiculou uma matéria sobre a Ata 021 – originária do lote da licitação vencido pela Fácil Acesso Farmácia – e errou ao apontar apenas dois itens com preços superiores aos praticados pela rede Pacheco. Na verdade foram encontrados oito medicamentos.

Ele vem deixando o confronto para o Batalhão de Choque

Comerciantes e lideranças comunitárias de Belford Roxo, município mais violento da Baixada Fluminense, não entendem porque o general Richard Nunes – secretário estadual de Segurança Pública – ainda não tomou uma providência em relação ao comandante do pelo 39º BPM, tenente-coronel Luís Carlos Silva Junior, que não tem reagido com firmeza aos ataques deflagrados pela bandidagem que transformou a cidade numa espécie de 'ilha do medo'. Silva Junior, não protagonizou uma ação de confronto sequer e não fosse o Batalhão de Policiamento de Choque a situação estaria bem pior. Nessa sexta-feira, por exemplo, agentes do BPChoque fizeram prisões e apreensões de drogas e armas no município, em uma incursão da qual o comandante local talvez nem tenha tomado conhecimento.

Parlamentares arquivaram CPIs e alguns até retiraram assinaturas dos requerimentos

O esquema de corrupção montado na Assembleia Legislativa na gestão de Picciani para proteger os interesses das empresas de ônibus que operam no estado do Rio de Janeiro, poderia ter sido abortado se os membros da Casa cumprissem como seus deveres. Em fevereiro foi anunciada a instalação de uma CPI para apurar a relação promíscua entre o poder fiscalizador e a Fetransport. Isso aconteceu com pelo menos 15 anos de atraso sete meses após a apresentação do requerimento de abertura da comissão, documento do qual seis dos 27 deputados que o haviam assinado, retiraram assinatura logo depois. Isso aconteceu em agosto de 2017 ano e os parlamentares que ‘amarelaram’ são Luiz Martins, Janio Mendes, Jorge Felipe Neto, Márcia Jeovani, Milton Rangel e Zaqueu Teixeira. De acordo com o que já foi apurado pelo MPF, o esquema de proteção às empresas teria rendido R$ 131 milhões em propinas, total que teria sido pago aos ex-presidentes da Alerj, Jorge Picciani e Paulo Melo.

Começa ser depositado nesta sexta-feira (20) nas contas bancárias dos servidores de Rio das Ostras os valores correspondentes ao enquadramento do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos do funcionalismo municipal (administração geral),  que estava parado desde o final de 2015. O pagamento retroativo representa uma injeção de R$ 3 milhões na economia da cidade e refere-se às progressões horizontal e vertical nos anos de 2015 e 2016. Em relação ao pessoal da educação, que conta com plano diferenciado, o pagamento será feito no final de maio.

Decisão atinge ainda ex-secretária de Educação e quatro empresas

O juiz Rafael Azevedo Ribeiro Alves, da Vara Única de Casimiro de Abreu, decretou a indisponibilidade dos bens do ex-prefeito Antonio Marcos Lemos (foto) para garantir o ressarcimento dos cofres públicos caso ele seja condenado em ação de improbidade administrativa por compra superfaturada de gêneros alimentícios para a merenda escolar, movida pelo Ministério Público, através da 1ª Promotoria de Tutela Coletiva, núcleo de Macaé. O bloqueio deferido contra o ex-prefeito foi fixado no valor de R$ 717.213,95.