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Contas públicas de Magé não batem

Festival de pratos japoneses e chineses vai até o dia 15

Quem visitar Rio das Ostras neste feriado prolongado pelo 'enforcamento' de sexta tem uma boa opção gastronômica. É 1º Festival de Comida Oriental do município, que reúne 15 estabelecimentos. O evento, que vai até domingo, além de aquecer a economia local, tem o objetivo proporcionar ao público a oportunidade de degustar pratos variados com preços bem acessíveis. Para o empresário Mauro Pacheco, o Festival já é um sucesso. "Ao meu ver, a visibilidade do restaurante está sendo muito importante. Estamos atraindo novos clientes e ainda conseguimos retornar com antigos consumidores", conta, lembrando que os consumidores têm duas opções: um prato, ao custo de R$ 18; ou o combinado com 20 peças, ao valor de R$ 20.

Nestor Vidal disse que só foi comunicado na terça-feira e lembrou que nunca atrasou salário

O ex-prefeito de Magé, Nestor Vidal (foto), informou que só foi comunicado pelo Tribunal de Contas do Estado sobre as irregularidades apontadas pela corte na prestação de contas do exercício de 2016 na terça-feira (10), não tendo tempo para apresentar a defesa, pois a comunicação chegou quase uma semana depois do julgamento pelo TCE. Vidal foi afastado pela Câmara de Vereadores no dia 7 de abril e sucedido pelo então presidente da Câmara de Vereadores, Rafael Santos de Souza, Rafael Tubarão, que conclui o restante do mandato, cerca de nove meses. Para o ex-prefeito, a responsabilidade é do atual gestor, que não seguiu o orçamento aprovado. Nestor afirmou que trabalhou dentro da estimativa orçada e lembrou que nunca atrasou salário.

Alessandro Macabu de Araújo, o Pezão, é acusado de ficar com parte dos salários de assessores

Alessandro Pezão é acusado de ter ficado com parte dos salários dos assessores

O ex-presidente da Câmara de Vereadores de Casimiro de Abreu, Alessandro Macabu de Araújo, o Pezão (foto), foi preso nesta quarta-feira, por ordem do juiz Rafael Azevedo Ribeiro Alves, da Vara Única da cidade. Ele foi denunciado pelo Ministério Público por envolvimento em um esquema de apropriação indevida de parte da remuneração de cinco servidores nomeados em cargos de confiança e em função gratificada, entre 2013 e 2015. Hoje também foi cumprido mandado de busca e apreensão em casas de pessoas ligadas ao político, entre eles o ex-chefe de gabinete da Câmara, Jairo Macabu. Além de Pezão e Jairo o MP indiciou o ex-assessor especial da presidência, Wilson da Silva Oliveira Neto e a sogra do ex-chefe de gabinete, Divana Saturnino da Silva, que ocupava cargo em comissão e teria recebido salários sem trabalhar. Todos foram denunciados pelos crimes de concussão e peculato e associação criminosa.

Apesar de ter devolvido dinheiro a Câmara, proporcionalmente falando, está mais cara que em 2016

Mesmo devolvendo R$ 4,1 milhões, Legislativo ainda está caro demais

"Muitas coisas poderiam ser feitas com este dinheiro. Poderíamos investir em reformas em nosso prédio, oferecer auxílios que os vereadores não têm, como cota de combustível, postal, verba de gabinete, assistência médica, entre outros. Mas o investimento correto a ser feito, levando em consideração o momento atual que nossa cidade atravessa, é doar este dinheiro para o Executivo". Foi com este discurso que o presidente da Câmara de Nova Iguaçu, Rogério Teixeira Junior, o Juninho do Pneu (PMDB), anunciou em junho à devolução de R$ 2,1 milhões à Prefeitura, a segunda em seis meses, elevando o que ele classifica como doação para R$ 4,1 milhões. Entretanto, basta fazer as contas para se constatar que a generosidade poderia ser maior ainda, pois mesmo com toda austeridade propalada o Legislativo iguaçuano está ainda mais caro que na legislatura passada, quando tinha 12 integrantes a mais, 29 membros contra os atuais 17.

Análise técnica do TCE apontou um déficit financeiro de R$11,6 milhões

Dos 365 dias do ano de 2016 o ex-prefeito Nestor Vidal governou por exatos 97, ficando o atual prefeito, Rafael Santos de Souza, responsável pelo restante do período, 268 dias. Mas ainda assim as contas de gestão referentes ao exercício do ano passado são de responsabilidade de ambos e os dois estão no parecer contrário emitido pelo Tribunal de Contas do Estado, que apontou irregularidades, entre elas um déficit financeiro de R$ 11.654.617,18; gasto irregular de R$ 83.390,15 com os recursos do Fundeb e a realização de despesa não paga dentro do mandato que terminou no dia 31 dezembro, sem que tivesse sido deixada disponibilidade de caixa para quitação no exercício seguinte. Em relação a este ano os números também não estariam se encaixando: a folha de pagamento estaria em cerca de R$ 19 milhões mensais e a receita não tem passado de R$ 27 milhões ao mês. Se o dever de casa não for além da redução do número de funcionários contratados e nomeados em cargos de confiança, o déficit, aposta gente do próprio governo, pode ser ainda maior.