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Arrecadação de Macaé dispara e a falta de material também

Funcionários revelam que fazem “vaquinha” para comprar papel higiênico

O primeiro semestre ainda nem terminou e a Prefeitura de Macaé já arrecadou quase a metade do orçamento de R$ 1,9 bilhão aprovado para o exercício de 2017. A estimativa é de que o município feche o ano com uma receita de mais de R$ 2 bilhões, por conta da arrecadação com royalties do petróleo e o Imposto Sobre Serviço, que estão se mantendo em alta desde o dia 1º de janeiro, mas a realidade em alguns setores da administração municipal, segundo revelam servidores, é de penúria, pois têm faltado materiais básicos como produtos de limpeza e papel higiênico. Segundo os funcionários, a fartura só existe no gabinete do prefeito Aluizio dos Santos Júnior, o Dr. Aluizio (foto), onde, afirmam, não tem faltado nada. Até ontem (14) tinham entrado nas contas da Prefeitura R$ 945.053.213,86, devendo cair pelo menos mais R$ 50 milhões até o próximo dia 30.

Tradição de décadas, o evento estava ameaçado de não acontecer por causa do vandalismo verificado durante a celebração do ano passado

Quem estiver visitando a cidade de Cabo Frio nesta quinta-feira vai poder admirar a arte feita em sal, uma tradicional comemoração pelo Dia de Corpus Christi, que por pouco não aconteceria este ano. É que em 2016 vândalos pisotearam os tapetes e jogaram tinta sobre as pessoas que os confeccionavam os tapetes. As comemorações deste ano terão segurança reforçada, com a integração da Polícia Militar com a Guarda Municipal.  Para definir o esquema de segurança o padre da Paróquia Nossa Senhora da Assunção, padre Marcelo Chelles se reuniu com o comandante da GM, Armando Palheiros, que ofereceu o apoio necessário. “O vandalismo traz medo e insegurança. Além da destruição, isso assusta as pessoas. Só queremos celebrar a nossa fé”, diz o religioso.

Embora uma liminar conseguida pela 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva (núcleo de Macaé) tenha estipulado prazo de 180 dias para que a Prefeitura de Rio das Ostras faça um concurso público para preencher cargos ocupados por servidores temporários, a Procuradoria Geral do município informa que não há a possibilidade de realizar um novo certame sem uma decisão judicial definitiva sobre a validade do concurso de 2012, que foi anulado em 2013 pelo então prefeito Alcebíades Sabino. De acordo com a Procuradoria, o mesmo juízo que deferiu essa liminar deverá julgar, em breve, uma ação ajuizada pela Fundação Trompowsky contra a administração anterior, que revogou a homologação do concurso de 2012 “de maneira casuística”.

Miga queria antecipar votação que só deveria ocorrer no final do próximo ano

Há apenas seis meses no cargo de presidente da Câmara de Japeri, O vereador Wesley George de Oliveira, o Miga (foto), havia marcado uma votação que só deveria ocorrer no final do próximo ano, a eleição interna para a escolha dos componentes da mesa diretora para o biênio 2019/2020, com ele próprio encabeçando a chapa. A reeleição antecipada de Miga só não ocorreu porque a Justiça entendeu que a votação seria ilegal, uma vez que nenhuma conta dele como presidente do Poder Legislativo foi analisada, até porque o presidente assumiu o cargo em janeiro e não concluiu ainda nenhum exercício fiscal. O vereador não foi encontrado para falar no assunto.

Paciente com bolsa fecal estourada é exposto a constrangimento no hospital da cidade

O sistema de saúde de Porto Real, ao que tudo indica, está mesmo em estado terminal. Esta semana, um paciente sofreu constrangimento, e risco de contaminação, ao buscar atendimento no Hospital Municipal São Francisco de Assis. O idoso teria dado entrada por volta das 15h30 por causa do rompimento de sua bolsa fecal, um acessório de baixo custo, mas essencial para o tratamento de doenças do aparelho intestinal. Até o início da noite o doente encontrava-se sobre uma maca suja de fezes e sem o atendimento necessário, o que causou revolta na população que pede providências ao Ministério Público, já que a cidade estaria sem comando há algumas semanas por causa da ausência do prefeito Jorge Serfiotis e a vista grossa do presidente da Câmara de Vereadores, Gilberto Caldas, que já recebeu uma denúncia formal, mas tomou nenhuma providência.