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Ano letivo está aí, mas Prefeitura de Japeri ainda não anunciou o pregão da merenda

 

Quem entrar no site da Prefeitura de Japeri hoje vai dar de cara com a informação de que o município está fazendo chamamento público para aquisição de merenda escolar, mas não é bem assim. O que está marcado para o dia 31 deste mês visa apenas o fornecimento de produtos da agricultura familiar, com o qual a gestão do prefeito Cezar Melo (foto) vai gastar R$ 618.157,50 durante todo o ano. Esta aquisição só pode ser feita junto a cooperativas ou associações de pequenos produtores. O volume maior, que já teve gastos estimados R$ 18 milhões, é destinado a empresas e sobre isto, embora o ano letivo vá ser aberto no início de fevereiro, o município – cujos contratos para fornecimento de merenda e transporte assinados em 2017 foram alvos de denúncias – ainda não tornou público nenhum procedimento legal.

Carro de Martha Rocha, do PDT, foi alvejado a tiros ontem

 

Alvo de ataque ontem (13) pela manhã, a deputada estadual Martha Rocha (PDT-RJ) estava em um carro blindado, um Toyota Corolla Branco de sua propriedade. Em entrevista coletiva após ter um motorista baleado, a deputada disse ter comprado o carro por ter recebido relatos de ameaças por milicianos desde novembro do ano passado. Ela afirmou ter sido informada, por meio do Disque Denúncia, que seria alvo de milicianos. "Recebi uma notícia do Disque Denúncia, precisamente três, de uma ameaça dirigida a mim. Um segmento da milícia planejava atingir algumas autoridades, e o meu nome vinha especificado neste Disque Denúncia", declarou.

Olá amigos! Nélia Leite Laranja está internada no Hospital Alcides Carneiro, em Petróppolis (Rua Vigário Correas, 1345, bairro Correias) e está precisando de doadores de sangue. Podem ajudar portadores de qualquer tipo saguineo. As doações podem ser feitas, em nome dela, na Sociedade Médico Hospitalar Beneficência Portuguesa (SMH), na Avenida Portugal, 236, no bairro Valparaíso. Segundo o HemoRio, "doar sangue é seguro e quem doa uma vez, não é obrigado a doar sempre", mas "é muito importante que pessoas saudáveis doem regularmente".

Declaração por pouco não afeta a relação entre o governo e a Assembleia Legislativa

 

Apesar do recesso a semana começa quente na Assembleia Legislativa e não é por conta das altas temperaturas registradas nos últimos dias no Rio de Janeiro. É que soou como ameaça a declaração do secretário de Polícia Civil, Marcos Vinicius Braga (foto), ao jornal O Dia, de que agora "agora você vai ver muito deputado e prefeito sendo preso no carro da Polícia Civil". Depois do disparo verbal o secretário telefonou para o presidente da Alerj, André Ceciliano e tentou aliviar a tensão, alegando ter sido "mal interpretado" pelo jornal, o que parece não ter adiantado de nada, pois boa parte dos membros da Casa – inclusive alguns que ainda nem tomaram posse – defendem a convocação do secretário para que ele se explique e apresente a lista dos deputados e prefeitos que seriam presos.

Não teve os votos computados pela Justiça Eleitoral por inelegibilidade

 

Uma nota oficial divulgada neste domingo (13) pela Comissão Executiva do PSL em Nova Iguaçu – em resposta à especulação nas redes sociais sobre eventuais candidaturas no município em 2020 – chama atenção por destacar o nome de um inelegível. Diz a nota que "desde sua chegada ao partido, o Sr. Presidente (da República) confiou a liderança do PSL de Nova Iguaçu ao seu homem de confiança na cidade, o Dr.Fernando Gonçalves, que por sua vez formou uma Executiva comandada pelo ex-vereador Jesué Brito" e que "após sua eleição ao cargo de chefe da nação, o Sr. Presidente convidou o Dr. Fernando Gonçalves para uma visita à sua residência e reafirmou o seu propósito de manter sob sua liderança o PSL de Nova Iguaçu". Até aí tudo bem. Só faltou dizer que a votação obtida pelo ex-deputado federal Fernando Antonio Folgado Gonçalves no pleito passado não ajudou o partido em nada. Ele ele tentou uma vaga de deputado estadual. teve 9.523 votos e estes não foram contados, pois seu registro foi indeferido pela Justiça. Em agosto de 2004 Fernando chegou a ser condenado pela Justiça Federal em São João de Meriti a um ano e oito meses, mas o crime de fraude contra o Sistema Único de Saúde (SUS) já havia prescrito e a ação foi arquivada. Na época foi informado que ele nem chegou a apresentar recurso contra a sentença.