IBGE reforça relação entre saúde e saneamento básico
Firma novata estréia faturando alto em Nova Iguaçu
Novo presidente terá de garantir mais vagas no ensino superior
Câmara não se esforça para abrir a caixa-preta do governo em Paraíba do Sul: fica nos requerimentos solenemente ignorados pelo prefeito
Sem renovação: 75% dos deputados federais devem se reeleger

Os prefeitos de Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São José de Ubá e Varre-Sai, no Noroeste fluminense, terão prazo de oito meses para adotarem o sistema de ponto por biometria para o controle da frequência dos servidores vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS), em especial médicos e odontólogos. Termo de Ajuste de Conduta (TAC) nesse sentido foi firmado com o Ministério Público Federal. Segundo o MPF, o objetivo do acordo – que prevê a aplicação do controle eletrônico de frequência com fins de registro de assiduidade e pontualidade, via identificação biométrica dos agentes do SUS – "é assegurar transparência e prestação de serviço público de saúde com qualidade satisfatória".  O documento leva as assinaturas dos procuradores da República Paula Bellotti e Cláudio Chequer e dos promotores de Justiça Raquel Rosmaninho e Bruno Santarém.

Nilópolis, na Baixada Fluminense, é um dos poucos municípios no estado do Rio de Janeiro que está conseguindo equilibrar as contas e manter os pagamentos em dia, mas, nesta terça-feira (11), o prefeito Farid Abrão (foto) foi surpreendido com o arresto de R$ 3 milhões nas contas da Prefeito, sequestro de dinheiro decidido pela Justiça para pagamento de uma pequena parte da dívida deixada pelo ex-prefeito Alessandro Calazans. Pelo que já foi constatado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), nos últimos seis meses de 2016 – período de campanha eleitoral, quando o ex-prefeito tentou a reeleição e perdeu – as despesas com pessoal aumentaram bastante na Prefeitura de Nilópolis. O TCE apurou que Calazans deixou um déficit financeiro de mais de R$ 60 milhões.

Decisão se deu pelo mesmo motivo de 2014, mas naquele ano o ex-prefeito de Duque de Caxias concorreu, foi eleito e cumpre o mandato sem problemas

 

Por quatro votos a três o colegiado do Tribunal Regional Eleitoral acatou pedido da Ministério Pùblico Eleitoral e indeferiu ontem (10), o registro de candidatura do ex-prefeito de Duque de Caxias, José Camilo dos Santos, o Zito (PP) a deputado estadual. Ele foi considerado inelegível porque teve as contas de 2012 reprovadas pelo o Tribunal de Contas do Estado e pela Câmara de Vereadores. A reprovação das contas já levou mesma corte a impugná-lo nas eleições de 2014, mas ele disputou o pleito, ganhou nas urnas e está sentado sem problemas em sua cadeira na Assembleia Legislativa. Zito teve as contas rejeitadas por causa de um déficit de R$ 41 milhões e insuficiência de caixa de R$ 43,8 milhões.

Escolha determinada pela Justiça terá de acontecer nesta terça-feira

 

O juiz da Vara Única de Mangaratiba, Marcelo Borges Barbosa, suspendeu os efeitos do decreto legislativo emitido no último dia 6 pelo presidente em exercício da Câmara de Vereadores,  Carlos Alberto Ferreira Graçano, o Charlies da Video Locadora, que, no mesmo ato, se proclamou prefeito interino em lugar do ex-presidente da Casa, Vitor Tenório, que teve prisão preventiva e o afastamento de função pública decretado pela Justiça e está foragido. O magistrado determinou a eleição imediada – ainda nesta terça-feira – da escolha de uma nova formação da mesa diretora para, só assim, um novo prefeito interino assumir o governo até a posse de um novo governante a ser eleito no dia 28 de outubro em pleito suplementar.

Candidato do PSL subiu apenas dois pontos, continua como o mais rejeitado e perderia para Marina Silva, Ciro Gomes e Geraldo  Alckmin em eventual disputa no segundo turno

 

Apenas dois pontos acima e a rejeição continua sendo a mais alta, com 43% dos eleitores ouvidos afirmando que não votam nele de jeito nenhum. O resultado da pesquisa do Datafolha – realizada durante o dia e divulgada na noite desta segunda-feira – foi um balde de água fria sobre as cabeças do comando de campanha do candidato do PSL à presidente da República, com ele ainda sendo visto como o candidato preferido dos adversários para um disputa em segundo turno.  De acordo com os números Jair Bolsonaro tem 24%  e quatro candidatos aparecem tecnicamente empatados em segundo lugar. Ciro Gomes (PDT) tem 13%, Marina Silva (Rede) 11%, Geraldo Alckmin (PSDB) 10% e o Fernando Haddad (PT), com 9%. A novidade de hoje é que em eventual segundo turno Bolsonaro teria uma disputa ainda mais dura com o pedetista: Haddad teria 39% e o candidato do PSL 38%.