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Quem está alimentando os doentes, prefeito?

Ex-prefeito de Niterói vai responder a mais uma ação

Pela sétima vez o ex-prefeito Godofredo Pinto (PT) foi enquadrado pela 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 2ª Central de Inquéritos de Niterói. Desta vez ele foi denunciado por ter feito um contrato, sem licitação, com Instituto Comunitário de Assistência e Cidadania (ICAC), que recebeu R$ 160 mil do município. Além de Godofredo o MP denunciou ainda ex-secretária de Assistência Social, Heloisa Helena Mesquita Maciel e o ex-presidente do ICAC, Hélcio Luiz Borges de Almeida.

Esses dias tenho sido provocado para escrever sobre convocações além do número de vagas oferecidas no edital de um concurso público, assunto muito polêmico e que se torna ainda mais quando a pauta se refere ao processo seletivo realizado no ano passado pela Prefeitura de Magé para preencher 2.354 vagas em vários cargos da administração direta. Ontem mesmo recebi e-mail de uma leitora, dizendo que tenho me negado a falar sobre isso e me passou um relatório completo de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, dando conta de que no caso da existência de vagas, os candidatos aprovados além do número de postos de trabalho constante do edital, têm direito a elas. Bem, esse é um entendimento jurídico gerado de um conjunto de decisões em casos semelhantes, é uma Jurisprudência, o que não tem aplicação obrigatória imediata. O que quero dizer aqui é que essa decisão não se aplica sozinha, que sua aplicação tem de ser provocada, pois não é porque o STF decidiu isso nos casos A, B, C e D que será aplicado no "Caso E" sem que os interessados do "Caso E"  arguam isso na Justiça.

Câmara de Nova Iguaçu quer reprovar contas antes aprovadas por ampla maioria

Quem me acompanha sabe que o hoje senador Lindberg Farias (PT), apanhou muito aqui no elizeupires.com por arrasar Nova Iguaçu e instituir na administração municipal a cultura do calote e da corrupção, tendo mergulhado o município num imenso buraco chamado caos. Portanto estou muito à vontade para dizer o que penso sobre o que essa servil Câmara Municipal pretende fazer agora. Digo servil porque não importa quem seja o prefeito, os “nobres edis” querem é agradá-lo, pois a paga é boa e em nome da governabilidade se pode acertar sempre da forma mais lucrativa possível. Independente dos que nela agora estão, pelo desserviço que prestou e prestará, essa Casa Legislativa foi um lixo nas gestões de Lindberg, na de Sheila Gama, assim como já começa a sê-lo na de Nelson Bornier.

O ex-candidato a prefeito de Magé e ex-vereador em Duque de Caxias, atualmente suplente de deputado estadual em exercício do mandato, Ricardo Correia de Barros, o Ricardo da Karol (PSB), está na lista dos condenados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), a devolverem dinheiro aos cofres públicos. Ao todo o TCE condenou 27 pessoas, além da empresa Locanty. O total a ser devolvido é de R$ 800 mil. A corte constatou superfaturamento no contrato de locação de veículos pela Câmara de Vereadores, que, segundo o resultado da auditoria do TCE, a Câmara pagou R$ 807 mil pelo aluguel de 117 veículos e cada carro custou R$ 6,9 mil por mês, valor maior que o praticado no mercado. O valor do contrato, apontou os técnicos do TCE, deveria ter ficado em R$ 192 mil.

 

 

 

Quando digo que entre os leitores que nos acessam de Magé está a imensa maioria que se recusa a entender normas como a de não aceitarmos comentários fora do assunto reportado na matéria, ofensivos ou agressões gratuitas, muitos ficam chateados e vêm logo falando em censura. Esquecem-se de que temos responsabilidade sobre o que publicamos, inclusive sobre os comentários anônimos. Recebi ontem - como acontece sempre no quinto dia do mês - relatório mensal sobre o volume de acessos e suas localizações e mais uma vez Magé ficou em terceiro lugar em acessos, mas em primeiríssima colocação em comentários impublicáveis. Dos 72.664 acessos registrados em janeiro, 39.276 foram feitos da capital fluminense, 7.918 por internet móvel e 7.750 de Magé. Junto com essas informações também vêm os números sobre mensagens agressivas, ofensas e comentários fora do assunto em pauta e aí Magé fica em primeiro lugar disparado. Infelizmente muitos confundem jornalismo com disse-me-disse, liberdade de expressão com irresponsabilidade e por terem suas mensagens arquivadas falam da tal censura. É verdade que o público de Magé interage muito mais, mas os debates seriam muito mais proveitosos se todos entendessem que democracia é uma coisa e irresponsabilidade outra muito diferente.