Saúde deixa de ser prioridade em Casimiro de Abreu
Rio das Ostras implanta o Orçamento Participativo Jovem
Empresa do ''apagão'' fatura em Friburgo sem licitação
18.5 seria a senha para a omissão em Nova Iguaçu
Casimiro de Abreu gasta cerca de R$ 1,3 milhão com servidores de fora

Flagrante mostra agentes da Prefeitura pegando frutas de ambulante

Como não bastassem as esquisitas operações da Secretaria de Transporte e Trânsito que vem rebocando veículos a qualquer pretexto - independente da situação do carro ou onde estiver estacionado -, surge agora a ação de agentes de Postura, que quando não recolhe a mercadoria de quem está trabalhando para levar algum dinheiro para casa, pega frutas supostamente para consumo próprio ou para do setor no qual estão lotados. É o que sugere aqui um flagrante registrado na manhã de hoje no centro de Nova Iguaçu, quando dois agentes pegaram boa parte dos produtos de um vendedor de frutas (caixas de morango e banana), deixando o restante para o cidadão que compra a mercadoria fiado para pagar depois, continuasse trabalhando. Certamente daqui a pouco vai aparecer alguém da Prefeitura para dizer que tratou-se de uma “operação legal”. Mas, se assim fosse não teria sido levada toda a mercadoria, não apenas uma parte do produto? Seria bom se o governo do "jeito de fazer bem feito" explicasse isso e tomasse, de verdade, uma providência.

 

Prefeitura anunciou uma empresa, fez contrato com outra e concorrente entrou com recurso

O misterioso contrato firmado pela Prefeitura de Silva Jardim para gestão e manutenção da iluminação pública, por vários motivos, deverá resultar em mais uma "dor de cabeça" para o prefeito Anderson Alexandre (foto). No dia da apresentação do projeto "Mais Luz – Silva Jardim" que, segundo o prefeito, "resolverá todos os problemas de iluminação na cidade", foi informado que o serviço seria prestado pela empresa Mais Luz Engenharia, mas o contrato - até hoje não tornado público -, foi firmado com a Compillar Entretenimento Prestadora de Serviço, cuja dona, Luana Ferreira Neves foi presa ontem (10), junto com Wanderson Gonçalves Lopes (um dos proprietários da Mais Luz) e Paulo Roberto de Souza Cruz, que fez a apresentação do projeto em Silva Jardim.

E melhorar condições de trabalho dos profissionais da rede

"Todas as unidades da rede municipal de ensino que estiverem em situação crítica serão reformadas". A promessa do prefeito Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho vem sendo reiterada com visitas às escolas. De acordo com profissionais do setor, algumas escolas estão precisando de reforma completa, situação provocada por anos de abandono da rede. “Estou indo a todas as unidades, avaliando caso a caso. Busco conversar com os diretores e saber os problemas emergenciais, avaliar e ver o que tem que ser feito. Preciso manter esse controle para que as crianças possam estudar em locais adequados com o conforto que merecem”, afirma.

O projeto de iluminação de Silva Jardim foi apresentado à Câmara de Vereadores por um dos presos

Empresa Mais Luz é dos mesmos donos da Compilar, que prestava serviço em São Gonçalo

Presos na manhã desta quinta-feira na Operação Apagão, deflagrada pelo Ministério Público a partir de inquérito aberto para apurar fraude na contratação do serviço de gestão informatizada e manutenção do sistema de iluminação pública de São Gonçalo, os empresários Paulo Roberto de Souza Cruz e Wanderson Gonçalves Lopes atuam também no município de Silva Jardim, onde começaram a operar no mês passado com a empresa Mais Luz Engenharia, contratada pelo prefeito Anderson Alexandre para prestar os mesmos serviços. A Mais Luz está registrada em nome de Wanderson e de Roberta Eloá de Souza Lima, mas é representada no município por Paulo Roberto. O valor do contrato em Silva Jardim ainda não foi divulgado pela Prefeitura, que também não disponibilizou nenhuma informação sobre o processo licitatório, mas em São Gonçalo o MP estima que os prejuízos aos cofres públicos tenham passado de R$ 40 milhões.

 Dezoito era presidente da Câmara e assumiu a Prefeitura em 2015, foi eleito em 2016 e está "pendurado"

Prefeito foi cassado em primeira instância, mas o pior pode estar por vir...

Quase dois anos após a renuncia do prefeito Flávio Gomes de Souza (PSB), que se antecipou a uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral no processo em que fora acusado de trocar cestas básicas e eletrodomésticos por votos em 2012, Aperibé, uma pequena cidade do Noroeste Fluminense, vive agora um escândalo ainda maior: um esquema de captação ilícita de sufrágios, que pode ter custado cerca de R$ 500 mil aos combalidos cofres da municipalidade. De acordo com o que foi apurado pelo Ministério Público, outro Flávio, o de sobrenome Diniz Berriel, mais conhecido como Dezoito, que usou dinheiro da Prefeitura para comprar materiais de construção e doar a moradores de um bairro da periferia da cidade, nas vésperas das eleições do ano passado. Se uma decisão proferida esta semana em primeira instância for confirmada, o município poderá ter uma eleição suplementar.