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Candidatos prestarão novo exame dia 27

A Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) cancelou ontem as provas objetiva e discursiva realizadas no dia 29 de setembro para o preenchimento de 40 vagas de gestor público na Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag). De acordo com a Fundação, “visando resguardar os interesses e a isonomia de 2.483 candidatos, de um total de 3.290, inscritos no quarto concurso para gestor público do estado, ficam canceladas as provas devido à ocorrência de erro material”.

Cardoso empurra Ricardo no PMDB pensando em 2016

Até semana passada “dono” do PSB no estado, o prefeito de Duque de Caxias, Alexandre Cardoso (sem partido), não está conseguindo por a sua casa em ordem, mas já está de olho na do vizinho. Pelo menos é isso que mostra o esforço para que o suplente de deputado estadual em exercício de mandato, Ricardo Correa de Barros, o Ricardo da Karol, deixasse a legenda e ingressasse no PMDB. O projeto pessoal de Alexandre, de acordo com o que ele mesmo tem confidenciado aos colaboradores mais próximos, é ampliar seus domínios para Magé, lançando Ricardo à sucessão do prefeito Nestor Vidal, como se a cidade fosse um “puxadinho” de Caxias, faltando, dessa forma, com respeito aos cidadãos mageenses. Quem percebe o interesse de Cardoso vê nisso “uma audácia muito grande”, pois o PMDB tem outros planos para Magé.

Valença consumiu R$ 11 milhões na Saúde, mas falta tudo no setor

A declaração do secretário de Fazenda do município de Valença, Paulo Roberto Russo, de que só nos primeiros quatro meses deste ano foram gastos R$ 11 milhões no setor de Saúde, está soando estranha na cidade, uma vez que o atendimento na rede tem deixado muito a desejar. A informação do secretário aguçou a curiosidade dos membros da Câmara de Vereadores, porque o montante teria sido aplicado principalmente no tratamento contra a dengue, que é feito basicamente com soro, um produto de baixo custo no varejo, preço mais reduzido ainda na compra por atacado. O problema é que a administração municipal vem sendo alvo de várias denúncias, mas os membros do Poder Legislativo tem ficado apenas nos acalorados discursos em plenário, sem nada de efetivo em termos de investigação.

Irregularidades alegadas pelo governo não foram comprovadas

Depois de várias tentativas de anulação do processo seletivo realizado no passado pela Prefeitura de Macaé, visando preencher vagas nas unidades do Programa Saúde da Família (PSF) e formar um cadastro de reserva, o prefeito Aluizio dos Santos Junior, resolveu reconhecer o resultado final do concurso e vai homologá-lo. A decisão foi tomada depois de muita pressão por parte dos candidatos aprovados e de várias matérias veiculadas dando conta de que a intenção era ignorar o resultado para manter nos cargos 400 temporários, grande parte deles indicada por vereadores da bancada de sustentação do prefeito, apontados como “donos” dos postos do PSF no município. A homologação, que deverá acontecer este mês, foi confirmada numa audiência pública realizada na Câmara Municipal, a partir de convocação do presidente da Casa, Eduardo Cardoso.

Denúncias de superfaturamento são pedras no caminho de Sabino

Entrando para o décimo mês de um terceiro mandato de prefeito, Alcebíades Sabino dos Santos (PSC) está mal das pernas nessa caminhada, o que vem deixando muita gente descontente com o andamento das coisas no município de Rio das Ostras, onde nada, segundo algumas lideranças locais, vem acontecendo. A precariedade verificada no setor de Saúde, as dificuldades do governo em iniciar o cumprimento das promessas de campanha, faz os mais atentos citarem Sabino mais pelos escândalos verificados em suas gestões anteriores que pelas realizações propriamente ditas e é exatamente por isso que o político que venceu fácil a eleição do ano passado - por causa da fraqueza dos adversários - poderá ficar de fora da disputa em 2016. O prefeito que administra um dos municípios brasileiros com maior volume de arrecadação é o mesmo que se atrapalhou em processos licitatórios, dois deles com peso suficiente para torná-lo inelegível a partir de uma possível condenação por improbidade administrativa.