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... e o vice-prefeito pode renunciar a qualquer momento

Proporcionalmente um dos municípios mais ricos do estado do Rio de Janeiro, Porto Real, no Sul Fluminense, está vivendo um período de estagnação que preocupa bastante as lideranças locais. Apesar da forte receita, a administração municipal está praticamente parada, com a prefeita Maria Aparecida Rocha, a Cida (PDT), limitando-se a gerir a folha de pagamento de pessoal e a manter, precariamente, os serviços básicos. Nenhum dos projetos anunciados na campanha eleitoral saiu da gaveta até agora e o governo está recheado de nomes de fora da cidade, “figurões” que chegaram cheio de banca, prometendo fazer e acontecer, mas, passados quinze meses desde a posse da Prefeita, a única coisa visível é o descontentamento.

Pesquisa aponta que servidores efetivos sãos os que mais faltam ao trabalho

“Papagaio come milho e periquito leva a fama”. O ditado popular usado para exemplificar os casos em que quem nada tem a ver com um assunto acaba responsabilizado por ele, pode ser aplicado também para explicar a opinião formada por assistidos pelo poder público nos município da Baixada Fluminense, sobre o trabalho efetivamente prestado nos setores de educação e saúde, os mais procurados e também onde está o funcionalismo que mais reivindica e reclama. De acordo com análise feita pelo Instituto Executivo de Comunicação (Iecom), os concursos públicos estão muito longe de significar melhores serviços e o comportamento de uma parte do funcionalismo acaba comprometendo a imagem de toda a categoria, o que não é justo, pois a maior parte trabalha e muito, se desdobrando para tapar os buracos deixados pela turma do `corpo mole´.

Prefeito de Nova Iguaçu derruba abrigo de passageiros no centro da cidade

Os usuários de ônibus que embarcam nos coletivos na Rua Dr. Thibau, no centro de Nova Iguaçu, há anos vêm reivindicando junto à administração municipal a instalação de abrigos para não mais ficarem expostos ao tempo, mas nunca foram atendidos. Sensibilizados com a situação os comerciantes estabelecidos na via se cotizaram e resolveram instalar uma cobertura, mas essa não durou mais que algumas horas, porque o prefeito Nelson Bornier mandou demolir tudo.

Os moradores das localidades de Santo Aleixo e Andorinhas, no segundo distrito de Magé, não precisarão mais ir ao centro do município na busca de solução para seus problemas. Ontem o prefeito Nestor Vidal anunciou a descentralização da administração, implantando, no prédio da antiga unidade de Saúde 24 horas, um minicentro administrativo, em melhor aproveitamento do espaço, que ficou vazio com a inauguração da policlínica.

Cruz Vermelha recebe por serviço odontológico suspenso

Em caso de doença no município de Valença, não chame o doutor, porque este pode ser um péssimo conselheiro. O doutor, nesse caso, é o prefeito Álvaro Cabral, que faz questão do “Dr” antes do nome, mas, segundo reclamações dos usuários da rede municipal de saúde, vem fazendo uma péssima administração, priorizando contratatos em vez do ser humano. Os números falam por si e evidenciam isso: só com a Cruz Vermelha - que tem um contrato considerado ilegal com o município - Cabral gastou mais de R$ 7 milhões durante o ano passado, parte desse volume em salários com funcionários terceirizados através da instituição, lotados em setor que ficou parado durante vários meses em 2013, por falta de materiais básicos e continua sem funcionar.