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Durante a campanha Diogo Balieiro prometeu o "céu" aos servidores, mas lhes deu o "inferno" (Foto:Divulgação/PMR)

Prefeito revolta o funcionalismo ao cortar direitos de uns e beneficiar a quem lhe interessa

Os servidores municipais de Resende farão amanhã (9), uma paralisação de 24 horas contra o jeito Diogo Balieiro Diniz. O prefeito venceu as eleições de 2016 prometendo o "céu" para os funcionários que agora estariam vivendo um "inferno" com o que seria uma política de indiferença e corte de benefícios, segundo a Associação dos Professores e o Sindicato dos Servidores Municipais, organizadores do movimento que poderá ser prorrogado por tempo indeterminado.  Pelo andar da carruagem, Diogo parece não ter assimilado que o Brasil é uma República. Eleito com promessas de renovação e valorização dos servidores públicos municipais, categoria a qual ele se diz orgulhoso de integrar, Balieiro resolveu engatar uma marcha ré e ao que tudo indica implantou um modelo de governo com algumas características do patriarcalismo, um modelo social adotado na formação do país, onde imperavam, entre outras coisas, os interesses e a ostentação familiar.  Neste sentido, o prefeito não economizou a tinta de sua caneta para nomear, contratar e conceder o que seria um pacote de benesses para parentes e afins. Também não hesitou em publicar, já em seus primeiros dias de governo, um decreto em que suspendeu por dois anos uma série de gratificações estatutárias que poderiam melhorar o ganho salarial dos funcionários.

Contratados reclamam de direitos que não teriam sido recolhidos

No próximo dia 17, às 10h serão abertos os envelopes com as propostas das empresas que conseguirem tirar o edital e participarem do processo licitatório que vai escolher quem fornecerá mão de obra para o serviço de portaria nas escolas da rede municipal de ensino de Nova Iguaçu pelos próximos doze meses, através de um contrato que pode chegar a R$ 20 milhões. Atualmente quem detém o contrato é a empresa Prime Administração, beneficiada com uma situação de emergência, uma das muitas alegadas na gestão do prefeito Rogério Lisboa (foto), para gastar, em seis meses, cerca de R$ 56 milhões sem licitação. A Prime – que também tem contrato com a Secretaria de Saúde – já foi advertida pela Prefeitura por atrasar o pagamento de salários, mas a julgar pelo volume de reclamações, o "puxão de orelhas" não foi suficiente nem afetou a empresa. Tanto que o que se comenta pelos corredores do poder é que ela deve continuar operando no município.

Terceirização de mão de obra deverá custar R$ 16 milhões por ano. Licitação será sexta-feira

Está marcada para a próxima sexta-feira (11) a licitação na qual será escolhida a empresa ou cooperativa que ficará encarregada de oferecer mão de obra a diversos setores da Prefeitura de Silva Jardim, mas alguns interessados estariam encontrando dificuldades para retirar o edital para se habilitarem no certame. O que se comentava nesta segunda-feira nos corredores do poder é que, seriam grandes as chances de a Cooperativa Multiprofissional de Serviços retornar ao município. A Multiprof atuou em Silva Jardim na gestão do prefeito Marcelo Cabreira Xavier, o Marcelo Zelão que, no ano passado, foi condenado a oito anos de inelegibilidade em processo movido pelo Ministério Público por compra de votos, uso da máquina administrativa e oferecimento de empregos nessa cooperativa.

E retarda o retorno do prefeito ao cargo

Embora o Tribunal de Justiça tenha determinado a suspensão do decreto legislativo que cassou o mandato do prefeito de Mesquita, Jorge Miranda (foto), ainda não reassumiu o cargo. Isto porque o presidente da Câmara de Vereadores, Marcelo Santos Rosa, o Marcelo Biriba, teria determinado o fechamento do setor de protocolo, para que a Casa não tomasse conhecimento oficial da decisão tomada pelo desembargador Luciano da Silva Barreto nas primeiras horas de sábado. Nesta segunda-feira Gilmar Brunízio, procurador geral do município, fez várias tentativas de entregar a documentação do TJ ao presidente da Câmara e não conseguiu. embora, segundo afirmou, tivesse marcado horário com o presidente. “Estou aguardando o Poder Legislativo ser comunicado de forma oficial para que eu possa reassumir o mandato”, disse Miranda agora há pouco ao elizeupires.com.

Nas últimas eleições Mesquita optou por mudanças, mas há quem não queira deixar o passado

Grupo que tentou derrubar prefeito vai encontrar turbulências pela frente

Sete dos atuais vereadores de Mesquita tinham mandato na gestão anterior e nada fizeram para apurar as denúncias de irregularidades apresentadas contra o prefeito Gelsinho Guerreiro, que deixou o governo no dia 31 de dezembro e um rastro de destruição, um rombo estimado em R$ 130 milhões. Agora, em sete meses da nova formação, a Câmara resolveu 'mostrar serviço' e o fez não por fraude ou desvio de recursos, mas por um ato que quitou a dívida deixada pelo 'governo amigo' com o funcionalismo. O efeito do 'serviço' mostrado durou apenas três dias, pois o Tribunal de Justiça derrubou a cassação do prefeito Jorge Miranda, aprovada por nove dos 12 membros da Casa em sessão realizada na manhã do dia 1º de agosto. A vitória de Miranda, verificada nas primeiras horas de sábado (5), pode ser apenas o começo dos muitos problemas que o presidente da Câmara, Marcelo Santos Rosa, o  Marcelo Biriba e seus seguidores, deverão ter pela frente, pois o 'canhão' do Ministério Público está apontando para a sede do Legislativo, não pela 'queda de braços' entre poderes, mas por conta de denúncias graves que podem abreviar a vida pública de alguns dos 'nobres representantes' da população do município mais jovem da Baixada Fluminense.