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Ex-prefeita de Campos e ex-governadora foi condenada por improbidade administrativa, com pagamento de indenização e suspensão dos direitos políticos

 

O Ministério Público divulgou ontem (8) decisão tomada no dia 19 de dezembro pelo juiz Daniel Schiavoni Miller, da 4ª Vara da Fazenda Pública, que condena a ex-prefeita de Campos e ex-governadora do estado do Rio de Janeiro, Rosinha Matheus, por improbidade administrativa em ação ajuizada pela 6ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania da Capital. A pena é de suspensão dos direitos políticos por oito anos, perda de função pública, ressarcimento dos cofres públicos em R$ 234 milhões, multa civil de R$ 500 mil e de R$ 2 milhões de compensação por danos morais coletivos. Marido de Rosinha, o também ex-governador Anthony Garotinho, já havia sido condenado no mesmo processo e por conta disto ficou inelegível no ano passado, pois a sentença contra ele foi confirmada em segunda instância. Os dois foram acusados pelo MP de participarem de um esquema que desviou R$ 234,4 milhões da Secretaria Estadual de Saúde, entre novembro de 2005 e abril de 2007.

Presidente retirou de pauta a resolução que seria votada na próxima quinta-feira

 

Embora esteja apenas há uma semana no cargo o novo presidente da Câmara de Vereadores de Japeri dá sinais de que está mesmo disposto a arrumar sarna para se coçar. Depois de restringir o acesso de servidores nas dependências da Casa e de exigir que os interessados em acompanhar as sessões se identifiquem através de documento com foto, Marcio José Russo Guedes, o Manequinha (foto), determinou nesta terça-feira (8) a retirada de pauta do Projeto de Resolução 001/2019, que reduziria o número de cargos comissionados para de 70 para 27, dentro do que o Tribunal de Contas do Estado já havia estipulado. O corte seria votado em sessão extraordinária marcada para a próxima quinta-feira (10) e já contava com quorum suficiente para aprovação.

Governo não disponibiliza contratos, lista de fornecedores nem valores pagos a eles

 

Já se passaram três dias desde a veiculação da matéria Dois anos de contas escondidas em Miracema – pequena cidade do Noroeste do estado do Rio de Janeiro – e a administração municipal ainda não se pronunciou sobre a falta de transparência que vem marcando a administração do prefeito Clovis Tostes de Barros, o Clovinho. As tentativas de se obter informações esbarram no silêncio do governo, que se achar desobrigado de dar satisfação à opinião pública.

Dono de uma empresa aberta em junho de 2016, um ex-ocupante de cargo comissionado na Prefeitura de Japeri pode ter sido o grande beneficiado com a desclassificação de uma empresa que venceu a licitação para varrer as ruas de Mesquita, cobrando R$ 2 milhões a menos que o valor estimado no edital. É que a firma dele, a WTE Engenharia, ficou em segundo lugar no certame e deverá ser proclamada vencedora de um processo licitatório que poderá render ainda  muito que falar...

Câmara de Japeri diz que dados sobre salários foram retirados do por causa de "invasão"

 

"A Câmara Municipal de Japeri comunica foi identificado uma tentativa de invasão visando corromper o arquivo referente a folha de pagamento do mês de novembro. Por esse motivo, tivemos que remover esse arquivo temporariamente. Informamos que o arquivo já se encontra disponível em nosso portal". O comunicado está no site oficial do Poder Legislativo de Japeri e foi postado depois que o elizeupires.com revelou na matéria Dados sobre salários saem do site da Câmara de Japeri que as informações sobre os vencimentos dos 70 ocupantes de cargos comissionados na Casa não estavam mais disponíveis no que os membros da Câmara chamam de "Portal da Transparência". O aviso despertou o interesse em saber mais sobre a  existência de um vírus seletivo ou de um invasor que tem vidrado na destruição de dados sobre as despesas com pessoal da câmaras municipais.