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Processo está na procuradoria que não responde recurso

Denunciado pelo elizeupires.com no último dia 6, o processo licitatório aberto pela Prefeitura de Itaboraí para locação de caminhões e máquinas pesadas, está, desde o início da semana, na Procuradoria Geral do Município, para onde fora encaminhado pela Comissão Permanente de Licitação, que depende de um parecer jurídico para validar ou não o certame. Essa concorrência, na modalidade pregão presencial, que foi colocada sob suspeita por conta da desclassificação de uma empresa concorrente, que apresentou proposta com uma diferença, a menor, de R$ 1 milhão, em relação à empresa declarada vencedora do pregão presencial.

Gastos com publicidade vai ser apurados

As contas de gestão do ex-prefeito de Rio das Ostras, Carlos Augusto Balthazar já foram encaminhadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) para serem submetidas ao plenário da Câmara dos Vereadores. Embora o parecer da corte seja pela aprovação, os técnicos do TCE encontraram vários erros e fizeram diversas ressalvas, o que poderá resultar na rejeição por parte do Legislativo, que embora seja um poder independente, é controlado, indiretamente, pelo prefeito Alcebíades Sabino dos Santos.

CGU quer saber onde estão os livros que custaram mais de R$ 1 milhão

Um convênio firmado entre a Prefeitura de Silva Jardim e a Fundação Biblioteca Nacional (FBN), com a finalidade de adquirir livros para a Biblioteca Pública Municipal Tiradentes, está sendo devassado pela Controladoria Geral da União (CGU). Essa parceria, formalizada na gestão do prefeito Marcelo Cabreira Xavier, o Marcelo Zelão (PT), que deixou o governo no dia 31 de dezembro do ano passado, foi para garantir, por R$ 1,05 milhão, a compra de 16.775 livros, mas não há o menor indício de que os exemplares foram adquiridos e muito menos disponibilizados para a população.

MP apontou envolvimento de Calazans em negociata com CPI

Os advogados do prefeito de Nilópolis, Alessandro Calazans, vão recorrer nos próximos dias contra a condenação por improbidade administrativa imposta pela juíza Roseli Nalim, da 5ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça, em processo movido pelo Ministério Público. De acordo com a sentença, Alessandro fica com os direitos políticos cassados por cinco anos e terá de pagar uma multa equivalente a dez vezes o salário de deputado estadual.

Serviços contratados não foram executados

Os técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE) constataram o que sempre desconfiaram: a maioria dos contratos firmados por prefeituras do interior com instituições que oferecem estudos voltados para melhor a gestão pública na área administrativa, em muitos casos, não passa mesmo de um engodo. Isso ficou claro na contratação, por parte da Prefeitura de Cordeiro, do Instituto Nacional de desenvolvimento de Políticas Públicas (INPP), para prestar esse serviço e mais a elaboração de normas para conservação das praças e ruas da cidade. Os serviços, concluiu o TCE, não foram efetivamente realizados.