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Guarda Municipal arrocha no centro e afrouxa em Piabetá

Iguais em obras, mas desiguais na ordem públi- ca. Essa é a percepção de quem sai do centro de Magé e vai para Piabetá, localidade mais populosa do município, com cerca de 80 mil habitantes, tal é o caos verificado nas ruas, por conta da falta de ação dos agentes da Guarda Municipal, que no centro de Magé ordenam o trânsito, aplicam multas, rebocam veículos estacionados irregularmente, aplicando de forma adequada o Código Nacional de Trânsito, mas, fora dali "amarelam" e deixam muito a desejar. En- quanto a confusão transforma Piabetá numa Bangla- desh, os agentes da GM ficam de bate papo nas esquinas, fugindo da responsabilidade, como se tivessem medo de agir na localidade. Por conta disso, trafegar pelo início da Rua Guarani e em boa parte da Avenida Santos Dumont, torna-se muito complicado. O caos predomina e a impressão que se tem é de que a voz de comando da Guarda Municipal para o centro de Magé é uma e para Piabetá outra muito diferente.

Ex-prefeito de Búzios foi condenado por improbidade

O juiz Marcelo Alberto Chaves Villas, da 2ª Vara da Comarca de Armação de Búzios, condenou o ex-prefeito Delmires de Oliveira Braga, o Mirinho Braga (PDT), por atos de improbidade administrativa em sua gestão. Segundo a sentença, Mirinho e o seu então chefe de gabinete, Carlos José Gonçalves dos Santos, perdem os direitos políticos pelos próximos oito anos e terão de pagar multa equi- valente 100 vezes o valor do salário por eles recebidos em 2009 (início do processo), acrescidos de juros de 1% ao mês.

Gastou cerca de R$ 900 milhões está sendo questionado pelo CNMP

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MPRJ), o mesmo que cobra mais austeridade e transpa- rência nos gastos públicos com pessoal quando estes são feitos pelos poderes Executivo e Legislativo, é o mesmo que falta com essa mesma transparência quando se trata de pagamentos feitos em favor de seus membros. Pelo menos é isso que sugere um relatório concluído em agosto pelo Conselho Nacional do Ministério Público, que aponta que o MPRJ comprometeu, nos últimos anos, cerca de R$ 900 mi- lhões para pagar gratificações, sem, entretanto, apresentar documentos mostrando quem recebeu o quê e quanto.

Link que de acesso aos gastos com pessoal não abre para informações

Quanto custa ao contribuinte, mensalmente, a folha de pagamentos dos servidores efetivos e comis- sionados da Câmara de Vereadores de Itaboraí, que estaria gastando cerca de R$ 2 milhões mensais? A resposta para essa pergunta deveria estar no site da instituição, mas ao clicar no link específico no portal de transparência da Casa, o interessado vai deparar sempre com uma mensagem de erro, como se esti- vesse ocorrendo uma falha no sistema. Entretanto, revela um servidor efetivo, o erro seria uma manobra para esconder o pagamento de gratificações e vanta- gens aos nomeados a pedido dos membros da Casa. Ontem à noite a equipe do elizeupires.com fez várias tentativas de acesso e a mensagem de erro apareceu 103 vezes.

Ralo do dinheiro público, Emlurb tem 18 meses para se adequar

Apontada como um ralo pelo qual o dinheiro público escoa livremente em Nova Iguaçu, com contratos de terceirização de serviços que ela mesma deveria prestar, a Empresa Municipal de Limpeza Urbana (Emlurb) não poderá mais usar desse meio e terá de assumir a limpeza pública e, inclusive, cuidar do Centro de Tratamento de Resíduos (CTR), de Adrianópolis, explorado pela empresa Haztec em concessão dada pela Prefeitura de Nova Iguaçu, na segunda gestão do prefeito Nelson Bornier. De acordo com estimativas, nos últimos 12 anos a Emlurb já gastou mais de R$ 700 milhões terceirizando os serviços que ela mesma deveria prestar, o que, se acontecesse, resultariam gastos muitos menores.