Ato de sustar cheques teria sido só jogo de cena em Meriti
Mesquita já comemora conquistas
“Dívidas não vão parar Paracambi”
Professores de Belford Roxo voltam ao trabalho dia 6
Quem está alimentando os doentes, prefeito?

Empresa de serviços gerais emprega 150 pessoas na rede de Saúde

Cobrando da Prefeitura de Rio das Ostras uma dívida R$ 4,7 milhões deixada pela gestão anterior, a empresa de serviços gerais Mississipi Empreendimentos recebeu parte de uma fatura de R$ 650 mil referente ao mês de janeiro, com o compromisso de pagar o salário do pessoal encarregado da limpeza nas unidades de saúde. “A empresa está desde julho de 2016 sem receber os pagamentos previstos, mas antes de efetuá-los, precisamos saber se todo o processo foi feito de forma correta e se as medições estão certas”, explica o procurador Renato Vasconcellos.

Repasse mensal é de R$ 3,7 milhões ao mês em média e gastos somam cerca de R$ 8 milhões

No ano passado o Fundo Nacional de Saúde repassou aos cofres de Magé o total de R$ 44.902.210,87, uma média de R$ 3,7 milhões por ao mês para fazer frente a uma despesa de cerca de R$ 8 milhões no período. Os repasses do FNS estão sendo feitos com base em um universo de 236.319 habitantes, numero fora da realidade atual, estimada em 330 mil habitantes. A defasagem pesa nos cofres da Prefeitura, que se vê obrigada a aplicar mais recursos próprios no setor que o percentual estipulado pela legislação federal, que é de que é de 15% da receita local. Atualmente o município está quase que dobrando este percentual, registrando 29,33%.

Os “representantes” do povo estiveram em seminário em João Pessoa

Além de um bom salário no fim do mês, dois períodos de férias por ano e pagamento de diárias para custear despesas fora da cidade quando se deslocam supostamente em missões especiais, um mandato de vereador pode garantir um passeiozinho de vez em quando, preferencialmente para cidades do Norte e Nordeste, porque, afinal ninguém é de ferro. Foi isso que os vereadores de Itatiaia, pequeno município do Sul Fluminense, fizeram na semana passada, quando embarcaram para João Pessoa, com a alegação de que participariam de um seminário. Comandada pelo vereador Vander Leite Gomes (foto), o Poder Legislativo de Itatiaia não é diferente da maioria das Câmaras: o Portal da Transparência, cuja manutenção custa R$ 3.500 por mês, não revela os gastos com os noves vereadores nem os salários dos assessores.

Presidente da Comissão de Educação quer saber quem está fornecendo os alimentos e quanto o município vi pagar pelo serviço que, pela média dos gastos em 2016, pode custar R$ 40 milhões 

Até agora calados sobre a denúncia de que as duas empresas que forneciam alimentos prontos para os alunos da rede municipal de ensino teriam sido substituídas sem que houvesse um processo de licitação ou um contrato emergencial, como manda a lei, o prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa e a secretária de Educação, Rojane Calife Jubram Dib serão chamados para dar as explicações necessárias. A informação é da vereadora Renata Magalhães Turques Araújo, a Renata da Telemensagem (foto), que pretende apresentar ao plenário requerimento neste sentido, na próxima sessão da Câmara de Vereadores, depois do carnaval. O assunto, que teve grande repercussão na cidade, foi noticiado no último sábado pelo elizeupires.com, mas o prefeito não deu qualquer esclarecimento, limitando-se a propagar nas redes sociais a “boa qualidade” da alimentação agora distribuída, ignorando que na administração pública nenhum serviço ou produto pode ser fornecido sem o devido processo legal.

O prefeito Jocelito Pereira está indo pelo mesmo caminho do antecessor em em termos de falta de transparêncaia

Os repasses constitucionais de recursos para o município de Guapimirim feitos nestes primeiros 53 dias da gestão do prefeito Jocelito Pereira de Oliveira, o Zelito Tringuelê, somaram R$ 12.315.248,59, sendo R$ 4.782810,72 do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, mas se o contribuinte procurar informações sobre isto no sistema da Prefeitura não vai encontrar, assim como não verá nenhum número relativo às receitas correntes, nada quanto aos R$ 863 mil recebidos até ontem pelo Fundo Municipal de Saúde e muito menos os valores creditados no período na conta do Fundo Municipal de Educação, que gere o dinheiro do Fundeb. Somando os recursos recebidos com as receitas correntes estimada por gente do próprio governo em cerca de R$ 18 milhões, chega-se a uma arrecadação de pelo menos R$ 31 milhões, números que, de acordo com a Lei da Transparência, não poderiam estar escondidos.