Macaé: redução de preço determinada pelo Tribunal de Contas na licitação da coleta de lixo durou apenas um ano
Depois do centro de Nova Iguaçu, bases do 'Segurança Presente' serão implantadas em Austin e Miguel Couto
Tem feira no point em Magé
Queimados diz que maternidade está pronta, que só faltam os equipamentos para inaugurá-la, mas ainda não pagou pelo prédio
Prefeitura de Japeri esconde contratos da merenda: cinco fornecedores foram escolhidos por mais de R$ 17 milhões
Queimados via Volta Redonda: contrato de gestão de hospital na Cidade do Aço teria se transformado em bom ''negócio de família''

Processo seletivo só aprovou profissionais conhecidos do governo

O Ministério Público deverá receber, ainda esta semana, pedido de investigação sobre um estranho processo seletivo realizado pela Secretaria de Assistência Social de Maricá, para contratar assistentes sociais e psicólogos. O concurso está sendo visto como um “jogo de cartas marcadas”, uma vez que apenas os profissionais com contratos precários já vencidos, foram classificados para ocuparem as funções. Segundo a lista dos aprovados no concurso simplificado para contratações temporárias, dos 30 primeiros classificados para o cargo de assistente social, 20 são ex-contratados e os outros 10 teriam afinidades com membros do governo municipal e, e do 31º ao 40º colocados, limite de convocações definidas no edital, também teriam ligação com pessoas do governo e vereadores. Fora do número de vagas ficaram os que residem em outras cidades, um total de 93 candidatos, chamados de “estrangeiros” pelos membros do governo.

A denúncia que será encaminhada ao MP chama a atenção por uma estranha coincidência nos números de inscrição dos aprovados, distribuídos com base na ordem de chegada dos candidatos. Os inscritos com os números 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10; 55, 56, 57 e 58; 105, 106, 108 e 109 estão entre os 30 primeiros convocados, o que sugere que estariam em grupo ou são no mínimo conhecidas, uma vez que trabalhavam juntas como contratadas na Secretaria Municipal de Assistência Social.

Da insignificância superdimensionada

A matéria “PT abre as portas para receber ex-prefeito de Magé”, veiculada domingo teve uma repercussão enorme e, mais que isso, parece ter mexido com os brios de alguns membros do diretório municipal do partido, uma vez que choveram mensagens nos atacando por termos dado tal notícia e mencionado que essa filiação que, possivelmente, pode ocorrer ainda essa semana, independe do diretório local. Dissemos e reafirmamos: não depende mesmo e atulhar nossa caixa postal com mensagens agressivas não vai mudar isso.

O prefeito de Barra do Piraí, Maércio Fernando Oliveira de Almeida (PMDB) e o seu vice, Norival Garcia da Silva Junior (PV) tiveram a cassação de seus diplomas e respectivos mandatos confirmada ontem, por unanimidade, pelo colegiado do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e a presidente da corte, Letícia Sardas, vai anunciar, no próximo dia 27, a data da eleição suplementar para a escolha do novo governante. Os cassados ainda podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas terão de aguardar o julgamento do recurso fora dos cargos. Pelo fato de a decisão em segundo instância ter sido tomada por todos os membros, são muito remotas as chances de ser revertida por parte do TSE.

Já foram ajuizadas 51 ações e outras 37 estão sendo preparadas

De 2008 até agora a Justiça Eleitoral realizou 179 eleições suplementares em 26 estados e os gastos com esses pleitos serão cobrados judicialmente dos políticos cujas cassações resultaram na escolha de novos governantes. Cumprindo convênio assinado com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Advocacia-Geral da União (AGU) está promovendo as ações de cobrança e até ontem já havia protocolado 51 processos. Nos próximos dias serão protocoladas outras 37 ações e até o final deste ano outras 91 cobranças judiciais serão feitas. Nessas 88 ações iniciais o TSE espera recuperar R$ 2,7 milhões e todas as eleições suplementares realizadas até hoje custaram cerca de R$ 6 milhões. Entre as ações ainda em fase de finalização está a cobrança referente ao custo da eleição realizada em 2011, no município de Magé.

Agora requerimento poderá ser enviado pelo Correio

Os candidatos que participaram do concurso público realizado pela Prefeitura de Rio das Ostras no ano passado e anulado em março, não precisarão mais ir à Prefeitura para protocolizar o requerimento da devolução dos valores pagos a título de taxa de inscrição no processo seletivo. Depois dos muitos protestos o prefeito Alcebíades Sabino dos Santos baixou outro decreto, o de número 775/2013, acrescentando disposições ao Decreto nº 771/2013, emitido para regulamentar a restituição.